- Giovanni Malagò ganhou apoio das Associações de Jogadores e Técnicos para a eleição à presidência da FIGC, chegando a quarenta e oito por cento dos votos.
- O apoio das Associações elevou o candidato, que já conta com o suporte dos principais clubes da Itália, incluindo a Série A.
- As Associações teriam condicionado o apoio à inclusão de Paolo Maldini em cargos na federação caso Malagò seja eleito.
- Suportam fortemente a candidatura figuras como Beppe Marotta, da Inter de Milão, e Aurelio De Laurentiis, do Napoli; Claudio Lotito, do Lazio, é o único a não apoiar.
- A eleição envolve representantes das ligas das três primeiras divisões, ligas amadoras e associações, com peso de voto distribuído entre Séries A, B e C, amadores, jogadores, treinadores e árbitros; reuniões com as divisões estão marcadas para maio.
Após uma reunião realizada nesta quinta-feira (30), as Associações dos Jogadores e Técnicos italianos decidiram apoiar a candidatura de Giovanni Malagò à presidência da FIGC. O ex-zagueiro tem suporte de clubes de peso da Série A e de outras entidades do futebol.
Com o respaldo, Malagò chegou a 48% dos votos, mantendo posição confortável para a vitória. A Série A representa 18% do total, enquanto as associações de jogadores e técnicos somam 30%.
Figuras de destaque apoiam a candidatura, como Beppe Marotta, da Inter, e Aurelio De Laurentiis, do Napoli. Por outro lado, Claudio Lotito, presidente do Lazio, é o principal opositor entre os atuais gestores. Giancarlo Abete, ex-presidente da FIGC, atua com o apoio de ligas amadoras, que somam 34% do peso eleitoral.
Como funciona a eleição à presidência da FIGC
A votação ocorre entre representantes do futebol italiano, incluindo clubes das Séries A, B e C, ligas amadoras, além de associações de jogadores, treinadores e árbitros, cada uma com peso distinto. A Série A tem 18% dos votos, a Série B 6% e a Série C 12%.
As ligas amadoras, com maior representatividade numérica, respondem por 34% do peso total. A associação dos jogadores soma cerca de 20%, a dos treinadores 10% e a dos árbitros 2%. A decisão final depende da soma dos votos de todas as categorias.
Além da Série A, a Série B e a Lega Pro (terceira divisão) somam 18% ainda sem manifestação definida, mas a segunda divisão costuma apoiar Malagò em pleitos recentes. Reuniões com representantes das divisões estão marcadas para maio.
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