- Palmeiras cogita deixar a Libra por um acordo do Flamengo para receber receita extra no contrato da Globo do Brasileirão; a posição contrária foi publicada pelo UOL, após o acerto ainda em detalhes.
- O clube alviverde já sabia da negociação e dos termos da proposta, sem ter manifestado oposição.
- Pelo acordo, o Flamengo receberá R$ 150 milhões extras pelo critério audiência até o fim de 2029 (equivalente a R$ 37,5 milhões por ano), com cláusulas legais ainda em discussão.
- A proposta foi apresentada em reunião na sede do São Paulo, com a participação de dirigentes de São Paulo, Atlético-MG, Palmeiras, Red Bull Bragantino e Bahia; o Palmeiras foi representado pelo CEO Cristiano Koehler.
- A expectativa é pela desistência do processo arbitral caso o acordo seja ratificado; não há necessidade de votação formal, dependendo do apoio dos clubes, e o Palmeiras não se manifestou publicamente sobre o tema.
O Palmeiras está ciente de uma proposta envolvendo o acordo da Libra com o Flamengo e a liberação de receita adicional até 2029. A expectativa é de que o repasse seja feito mediante ajustes contratuais e assinatura de detalhes legais.
O órgão gestor da Libra informa que Flamengo receberá 150 milhões de reais extras pelo critério de audiência até o fim do contrato, em 2029. O valor corresponde a 37,5 milhões por ano e depende de cláusulas jurídicas ainda em alinhamento.
Participaram da reunião em São Paulo dirigentes de Flamengo, São Paulo, Atlético-MG, Palmeiras e Red Bull, além de Raul Aguirre, CEO do Bahia e representante da Libra. Cristiano Koehler, executivo do Palmeiras, esteve presente e não apresentou oposição naquela ocasião.
Proposta e desdobramentos
Segundo informações, o acordo não envolve mudanças no critério de divisão já vigente. A retirada do bloqueio financeiro depende da ratificação das partes e do fechamento de detalhes finais. O processo arbitral em curso pode ser encerrado com a assinatura.
O UOL destacou que o Palmeiras é contra o formato, mas não deve votar negativamente caso haja apoio dos demais clubes. A posição do clube não foi comentada pela assessoria palmeirense. Em princípio, não haverá votação formal.
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