- O Palmeiras ficou no 1 a 1 com o Cerro Porteño pela Libertadores no estádio Nueva Olla.
- A polêmica envolveu as dimensões do gramado, que tinha largura de 64,02 metros, dentro do mínimo de 64 metros exigido.
- O delegado da partida mediu o campo antes do jogo e atestou que a largura estava dentro do permitido.
- O técnico do Cerro Porteño, Ariel Holan, afirmou que o regulamento é claro e que a largura de 64 metros não é determinante para o jogo.
- O técnico do Palmeiras, Abel Ferreira, criticou o gramado durante a partida.
O Palmeiras empatou em 1 a 1 com o Cerro Porteño nesta quarta-feira (29), pelo jogo da Libertadores, no estádio Nueva Olla. A polêmica envolveu as dimensões do gramado, com destaque para a largura mínima de 64 metros exigida para partidas internacionais. A medição ocorreu antes do início da partida.
O delegado de campo comunicou que o gramado tinha 64,02 metros de largura, dentro do limite permitido. A largura exigida é definida pela regulamentação da competição para jogos oficiais disputados sob a organização da Conmebol.
Do lado do Cerro Porteño, o treinador Ariel Holan manteve postura contida e destacou que o regulamento estabelece a medida mínima, citando que o campo apresentava 64 metros de largura por 105 de comprimento. A leitura do técnico foi de que não houve prejuízo determinante para o confronto.
Abel Ferreira, entrenador do Palmeiras, também comentou sobre o gramado, apontando situações que, segundo ele, poderiam influenciar o andamento do jogo. A discussão centrou-se na percepção de condições de jogo fora do padrão ideal para a equipe alviverde quando atuando fora de casa.
Desdobramentos e posição das equipes
O impacto direto da polêmica foi discutido entre comissão técnica e imprensa, sem confirmação de alterações no horário ou na organização do jogo. A partida terminou empatada, mantendo as expectativas de continuidade na competição. As duas equipes não anunciaram medidas adicionais a respeito do gramado.
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