- Santos congelou as tratativas do contrato final para a reforma e construção da nova Vila Belmiro, contra a própria vontade.
- O impasse ocorre porque a WTorre, responsável pelas obras, não fixou um prazo para a assinatura do acordo.
- A WTorre, endividada, busca novas linhas de financiamento e possíveis parceiros para naming rights, enquanto o BTG Pactual detém controle sobre parte de suas ações.
- O contrato já estava pronto para assinatura, após ajustes discutidos desde 2024, mas depende da definição da WTorre.
- Segundo o GE, a solução deve levar meses para ocorrer.
O Santos congelou as tratativas envolvendo o contrato final para a reforma e construção da nova Vila Belmiro. A decisão ocorreu após a WTorre, responsável pela obras, não fijar prazo para a assinatura. A informação foi divulgada pelo Globo Esporte.
Apesar do impasse, a diretoria do Santos já tinha chegado a um acordo com a WTorre sobre o contrato, que estava pronto para assinar após ajustes desde 2024. A expectativa era fechar o acordo em breve.
Impasse financeiro e entraves com o BTG Pactual
O entrave surgiu porque a WTorre pediu a suspensão da assinatura até resolver pendências com o BTG Pactual, controlador de parte das ações da empresa. O BTG também envolve negociações como a venda dos naming rights do estádio do Palmeiras ao Nubank.
Além disso, a WTorre, que está endividada, busca novas alternativas no mercado financeiro para equilibrar as contas. Essa busca pode atrasar o andamento do projeto da nova arena santista.
Naming rights e próximos passos
Paralelamente, a WTorre segue buscando potenciais parceiros para os naming rights do estádio. Diante do cenário, o Santos evita pressionar a empresa para não comprometer o acordo.
Segundo o Globo Esporte, a expectativa é de que o impasse leve meses para ser solucionado. O Santos continua monitorando o caso e não há confirmação de nova data para a assinatura.
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