•
O Congresso da FIFA aconteceu em Vancouver, no Canadá, com pouco menos de cinquenta dias para a Copa do Mundo.
•
Gianni Infantino reuniu no palco representantes de Palestina e Israel, em tentativa de aproximação entre as federações.
•
O dirigente palestino Jibril Rajoub se recusou a cumprimentar Basim Sheikh Suliman, vice-presidente da federação de Israel, e a cena durou alguns minutos diante de todos os presentes.
•
Ao deixar o palco, Rajoub, em árabe, disse que não pode apertar a mão de quem “trouxe para encobrir seu fascismo e genocídio”, segundo traduzido pela vice-presidente palestina Susan Shalabi.
•
Infantino afirmou que o objetivo era mostrar que Palestina e Israel podem trabalhar juntos, apesar do contexto de conflito.
Diante de pouco menos de 50 dias para a Copa do Mundo, a FIFA realizou o seu 76º Congresso em Vancouver, no Canadá. O momento em que os dirigentes de Palestina e Israel foram apresentados no palco ganhou destaque da noite. Gianni Infantino tentou promover um encontro entre Rajoub e Suliman, mas o gesto gerou desconforto entre as delegações.
O dirigente palestino Jibril Rajoub recusou-se a cumprimentar Basim Sheikh Suliman, vice-presidente da federação de Israel, em ambiente diante de dirigentes e convidados. A cena durou alguns minutos e o presidente da FIFA manteve a tentativa de aproximação, sem sucesso.
Ao deixar o palco, Rajoub manifestou-se em árabe sobre a situação; a tradutora presente transmitiu que o dirigente considerava impossível apertar a mão de alguém associado ao que chamou de fascismo e genocídio, conforme relatos da Reuters. Infantino manteve o tom de tentativa de conciliação.
O presidente da FIFA afirmou buscar união entre as federações para enviar uma mensagem de esperança às crianças e reconheceu a complexidade das questões entre as entidades. A fala ocorreu durante o encontro entre Rajoub e Suliman, em meio a tensões históricas na região.
Entre na conversa da comunidade