- Leila Pereira, presidente do Palmeiras, assinou o acordo da Libra com o Flamengo em 30 de abril de 2026, recebendo R$ 150 milhões até 2029, mesmo com críticas internas ao modelo.
- O pagamento é feito em parcelas anuais de R$ 37,5 milhões, corrigidas pelo IPCA a partir de 2027, descontadas da fatia da divisão 40-30-30 (40% iguais, 30% por desempenho, 30% por audiência).
- O peso das plataformas no contrato com a TV Globo ficou definido: 60% para TV aberta, 5% para TV fechada e 35% para pay-per-view.
- O Palmeiras afirma não querer prejudicar a Libra, mas avalia que pode haver saída do acordo; ainda não confirma migração para o grupo FFU.
- Em meio ao debate, a FFU criou um comitê para negociar uma liga única com Libra e CBF, visando redefinir a organização e a gestão do Brasileirão.
A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, assinou nesta quinta-feira, 30 de abril de 2026, um acordo da Libra com o Flamengo. O contrato envolve repasse de R$ 150 milhões até 2029, para reduzir divergências sobre a divisão de renda da TV Globo no Brasileirão.
Apesar de críticas internas ao modelo, a adesão foi formalizada para evitar prejuízos aos demais clubes da Libra. A Fazenda interna aponta que o grupo atua mais como hub de negociação de direitos do que como liga única, diz fontes do jornal.
O acordo prevê parcelas anuais de R$ 37,5 milhões, reajustadas pelo IPCA a partir de 2027. O valor é descontado da fatia de audiência no formato de divisão 40-30-30, com 40% equiparados, 30% por desempenho e 30% por audiência.
A MP define o peso de cada plataforma: 60% para TV aberta, 5% para TV fechada e 35% para pay-per-view. Esse ponto judicial foi um dos motivos que levaram Flamengo a questionar a distribuição judicialmente, com bloqueio de valores.
Mesmo com a assinatura, o Palmeiras sinaliza que pode sair da Libra se não houver impacto contratual relevante. A ideia é buscar reorganizar o Brasileirão por meio de uma liga única, com estudo em parceria com a CBF.
A possível saída não é automática para o grupo FFU (Futebol Forte União). A gestão avalia que uma liga única é o caminho mais viável para unificar o modelo de negócio do futebol brasileiro.
Em meio ao movimento, a FFU criou um comitê para negociar a formação de uma liga única com Libra e CBF. A iniciativa pode redefinir a organização e a exploração comercial do campeonato nacional.
Entre na conversa da comunidade