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São Paulo registra balanço de 2025 com superávit e redução da dívida

Balanço de 2025 mostra superávit de 56 milhões e dívida 110 milhões menor, aumento de receitas com transferências e cortes de contratações, avaliação negativa pelo conselho

São Paulo vendeu mais do que contratou na última janela –
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  • O São Paulo fechou 2025 com superávit de R$ 56 milhões, dívida de R$ 858 milhões e caixa de R$ 246,1 milhões.
  • A dívida caiu de R$ 968 milhões em 2024 para R$ 858 milhões em 2025, após o rombo de R$ 287 milhões em 2024.
  • O balanço foi reprovado pelo Conselho Deliberativo, com 210 votos contrários e 24 favoráveis.
  • No futebol, o clube reduziu investimentos em contratações para R$ 55,9 milhões e aumentou as receitas com transferências para R$ 283 milhões; as despesas com intermediação chegaram a R$ 31 milhões.
  • A receita total foi de R$ 1,1 bilhão, enquanto os custos do futebol somaram R$ 729 milhões, sendo R$ 405 milhões destinados a salários e direitos de imagem.

O São Paulo divulgou o balanço financeiro de 2025 na noite de quinta-feira, 30 de abril. O clube registrou superávit de R$ 56 milhões e redução da dívida total em R$ 110 milhões, buscando reequilíbrio após déficits anteriores. O caixa encerrou 2025 em R$ 246,1 milhões.

A dívida caiu para R$ 858 milhões, ante R$ 968 milhões em 2024. O balanço aponta receitas totais de R$ 1,1 bilhão, com custos de futebol somando R$ 729 milhões. Desses, R$ 405 milhões correspondem a salários e direitos de imagem.

Apesar dos números positivos, o documento foi reprovado pelo Conselho Deliberativo, com 210 votos contrários e apenas 24 favoráveis em reunião de março.

Política de transferências e receitas de vendas

O clube adotou postura mais conservadora na janela de transferências, reduzindo investimentos em contratações de R$ 110 milhões para R$ 55,9 milhões em 2025. Ao mesmo tempo, as vendas de jogadores renderam R$ 283 milhões, ante R$ 93 milhões em 2024.

Por outro lado, houve aumento das despesas com intermediação, totalizando R$ 31 milhões, contra R$ 4 milhões em 2024. A comercialização de Lucas Ferreira ao Shakhtar Donetsk provocou custo de R$ 11,8 milhões em comissões.

O balanço aponta ainda que o futebol respondeu por R$ 729 milhões em custos, com destaque para salários e direitos de imagem, que somaram R$ 405 milhões.

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