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Vasco mantém rotação como marca; Renato Gaúcho repete escalação apenas uma vez

Rotação constante de Renato Gaúcho no Vasco: apenas uma repetição de escalação em treze jogos, com trinta e um jogadores usados

Renato Gaúcho conversa com os jogadores do Vasco durante a partida contra o Grêmio (Foto: Matheus Lima/Vasco)
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  • Renato Gaúcho já utilizou 31 jogadores no Vasco desde a chegada, mantendo o elenco em ritmo competitivo.
  • Em 13 jogos, o treinador repetiu a escalação inicial apenas uma vez, nos compromissos contra Fluminense e Grêmio (terceiro e quarto jogos).
  • Ao todo foram 12 formações diferentes ao longo dos 13 confrontos.
  • A rotação ocorre por lesões, suspensões e pela estratégia de preservar jogadores em meio à sequência de jogos.
  • O técnico afirmou que não há titulares nem reservas, apenas oportunidades para todos aproveitarem.

O Vasco, sob o comando de Renato Gaúcho, tem adotado uma rotação constante do elenco. Em 13 jogos à frente da equipe, o treinador repetiu a escalação inicial apenas uma vez, mostra a busca por equilíbrio físico.

Ao todo, foram 12 formações diferentes nesse período. A única repetição ocorreu nos duelos contra Fluminense e Grêmio, que abriram a sequência de jogos da temporada com a mesma equipe inicial.

Os jogos em que houve repetição mostraram o elenco utilizado: Léo Jardim; Paulo Henrique, Robert Renan, Saldívia e Cuiabano; Hugo Moura, Thiago Mendes e Tchê Tchê; Nuno Moreira, Andrés Gómez e David.

Gestão de elenco

A rotação resulta da indisponibilidade por lesões e suspensões, além de uma estratégia de manter jogadores em ritmo competitivo diante de uma agenda acentuada. Ao todo, Renato já utilizou 31 atletas desde sua chegada, destacando a amplitude do grupo.

Em mensagem publicada após a vitória sobre o Olimpia, o técnico reforçou a ideia de que não existem titulares fixos nem reservas. “Aqui não tem titular, nem reserva. Aproveitam-se as oportunidades que surgem”, afirmou.

O momento aponta para uma gestão de elenco que prioriza manter todos os jogadores ativos. Resta saber se essa prática se consolidará como trunfo ou poderá impactar o desempenho em jogos decisivos, ao longo da temporada. Fonte: Lance!.

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