- Pedrinho e Leven Siano, que disputaram a eleição do Vasco em 2023, têm se aproximado às vésperas do triênio de 2027 a 2029.
- O Vasco negocia a venda do departamento de futebol ao empresário Marcos Lamacchia, que pretende investir mais de R$ 2 bilhões no clube.
- Leven mantém conversas com membros da diretoria sobre a venda da SAF e a entrada de um investidor; pelo estatuto atual, ele não pode exercer função remunerada na SAF por ser conselheiro.
- O novo projeto em debate no clube prevê reduzir o tempo de espera para postos remunerados na SAF, permitindo que dirigentes deixem o clube para assumir cargos remunerados na SAF sem cumprir esse intervalo.
- Pedrinho avalia a possibilidade de não disputar a reeleição, considerando questões pessoais; ele defende remuneração nos cargos principais, mas, se for reeleito, abrirá mão do salário no próximo triênio.
De rivais à aproximação, Pedrinho e Leven Siano, que disputaram a eleição presidencial do Vasco em 2023, têm intensificado contatos às vésperas do triênio 2027-2029. A aproximação ocorre em meio a negociações sobre a venda do departamento de futebol para o empresário Marcos Lamacchia, que planeja investir mais de R$ 2 bilhões no clube.
A gestão de Pedrinho reconhece o conhecimento administrativo de Leven como potencial complemento, em um cenário no qual o Vasco pode passar por nova revenda. O ex-candidato é cotado para uma posição na SAF no futuro, mantendo diálogo com a diretoria sobre o tema.
Leven Siano mantém conversas regulares com membros da atual diretoria para discutir a possível venda da SAF e a entrada de um investidor. Pelos estatutos atuais, porém, ele não pode ocupar função remunerada na SAF já que é conselheiro.
Possível mudança no tempo de espera na SAF
O estatuto vigente prevê cinco anos entre o fim do mandato na Diretoria Administrativa/Conselho e o retorno em cargo remunerado na SAF. O debate interno aponta para o fim desse prazo, liberando entrada imediata em funções remuneradas.
Pedrinho e o cenário nacional
Nos bastidores, Pedrinho avalia a possibilidade de disputar a reeleição, mantendo avaliação positiva sobre o trabalho realizado. Questões pessoais, como a distância da família, pesam na decisão.
Além disso, Pedrinho defende remuneração para cargos principais, mas afirma que, se for reeleiTo, abrirá mão do salário no próximo triênio. As decisões ainda dependem de fatores institucionais e da própria conjuntura do clube.
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