- Estêvão, atacante do Chelsea, está no Brasil para tratar uma lesão muscular na coxa direita e pode disputar a Copa do Mundo de 2026 pela Seleção Brasileira.
- O jovem trabalha na Academia de Futebol, em São Paulo, com etapas do tratamento definidas pelo Chelsea; o clube londrino acompanha o processo com um profissional dedicado.
- A notícia foi veiculada pelo ESPN; o jogador publicou foto ao lado da nutricionista Mirtes Stancanelli, do Palmeiras.
- A lesão ocorreu durante a derrota para o Manchester United; apesar disso, o atleta ainda não integrou o elenco do Palmeiras, que viajou ao Peru para jogo da Libertadores.
- A Seleção deverá ter amistosos antes do Mundial, com 26 nomes escolhidos por Carlo Ancelotti no dia 18 de maio; jogos estão marcados contra Panamá (31 de maio, no Maracanã) e Egito (6 de junho, em Cleveland).
Estêvão, atacante do Chelsea, está em tratamento no Palmeiras para tentar retornar às suas atividades antes da Copa do Mundo de 2026. O jogador se recupera de uma lesão muscular na coxa direita, visando disputar o Mundial em junho.
O jovem atacante opera no Brasil a pedido do seu estafe e do Chelsea, seu clube na Inglaterra. O Chelsea enviou um profissional para acompanhar a recuperação enquanto Estêvão fica na Academia de Futebol, em São Paulo, com etapas do processo definidas pelos Blues.
Além disso, Estêvão publicou nas redes sociais uma foto ao lado de Mirtes Stancanelli, nutricionista do Palmeiras. O contato com o elenco alviverde foi reduzido, pois os jogadores viajaram para o Peru, onde enfrentarão o Sporting Cristal pela Libertadores.
Desdobramentos e cronograma do processo
O atleta sofreu a lesão na coxa direita durante a derrota para o Manchester United, pela Premier League. A partir de 18 de maio, Carlo Ancelotti deverá convocar 26 jogadores no Rio de Janeiro para a seleção brasileira, conforme a informação do próprio material. Antes do início da competição, a Seleção fará dois amistosos: 31 de maio, no Maracanã, contra o Panamá, e 6 de junho, contra o Egito, em Cleveland, nos EUA.
Acordos entre clubes e a comissão técnica apontam para continuidade do acompanhamento médico no Brasil, com avaliações periódicas para definir o tempo de recuperação e as possibilidades de participação do jogador no Mundial. O cenário ainda depende da evolução clínica e da resposta aos tratamentos.
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