- Lucas Moura sofreu ruptura total do tendão de Aquiles no tornozelo direito, o que encerra a sua temporada.
- Ele havia voltado a atuar contra o Bahia, entrou aos 18 minutos do segundo tempo e ficou em campo por cerca de 24 minutos antes de sair com dores.
- Ainda no gramado, o jogador chorou; logo após foi encaminhado ao Hospital Albert Einstein para avaliação.
- A renovação com o São Paulo já era discutida, com a ideia de usar a pausa da Copa do Mundo como janela para avançar as tratativas, em maio, para um contrato de uma ou duas temporadas.
- O contrato de Moura vence no dia 31 de dezembro, e o cenário de renovação passa a ficar incerto devido à gravidade da lesão.
O atacante Lucas Moura sofreu uma ruptura total do tendão de Aquiles no tornozelo direito, condição que encerra sua temporada e coloca em reserva as conversas sobre renovação com o São Paulo. Ele já havia retornado aos gramados recentemente, contra o Bahia, mas ficou impedido de seguir.
O camisa 7 entrou aos 18 minutos do segundo tempo, após se recuperar de fraturas em duas costelas. Saiu aos 42, depois de cerca de 24 minutos em campo, com dores intensas. Ainda no gramado, deixou o estádio em lágrimas, chamando a atenção de torcedores e membros da comissão técnica.
O diagnóstico inicial foi confirmado no Hospital Albert Einstein, encerrando de forma precoce a expectativa de retorno próximo. A gravidade da lesão afasta Lucas de qualquer atuação na temporada vigente.
A aproximação entre Lucas Moura e a diretoria do São Paulo era para avançar na renovação durante a pausa de jogos pela Copa do Mundo. Em março, já havia recursos de negociação para um novo vínculo, ainda em estágio initial, com o objetivo de avaliar o desempenho na janela de maio.
A avaliação para o período de maio, com nove jogos previstos antes da paralisação, também compunha o plano de continuidade. Com a lesão, esse planejamento fica comprometido, e o clube precisa reavaliar a continuidade do atleta.
Impacto na negociação e no futuro
O contrato de Lucas Moura com o São Paulo vence em 31 de dezembro. A ideia anterior era manter o jogador por uma ou duas temporadas adicionais, sujeito a avaliação de ritmo e forma física. O novo cenário, porém, exige mudanças estratégicas na comissão técnica e na diretoria.
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