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Atlético-MG apresenta plano SAF com aporte de 500 milhões e nova gestão

Aporte de 500 milhões de reais quitará dívidas; SAF recebe redesenho da gestão e ambiciona recuperação financeira, exigindo paciência da torcida

Pedro Daniel, CEO do Atlético-MG
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  • O Atlético-MG planeja injetar cerca de R$ 500 milhões no caixa da SAF (Sociedade Anônima do Futebol) por meio de diluição de capital para quitar dívidas bancárias.
  • O aporte deve vir, em parte, da família Menin, com valor estimado entre R$ 450 milhões e R$ 500 milhões.
  • A ideia é reduzir os juros, que passam de cerca de R$ 300 milhões para R$ 150 milhões por ano, melhorando o cenário financeiro.
  • Pedro Daniel completou cem dias no cargo de CEO, destacando redesenho do organograma, criação de um conselho consultivo com torcedores e diagnóstico financeiro.
  • Em 2025, o Atlético-MG teve faturamento recorde e resultado operacional positivo; a recuperação da competitividade, porém, deve levar tempo.

O CEO do Atlético-MG, Pedro Daniel, completou 100 dias no comando e concedeu uma entrevista ao Sport Insider. O tema central foi o plano para a SAF enfrentar a crise financeira, com aporte próximo de meio bilhão de reais. O objetivo é fortalecer o caixa e pagar dívidas.

A gestão destaca que o clube está relativamente endividado, apesar de ter registrado avanços em 2025, quando houve recorde de faturamento e resultado operacional positivo. A projeção é reduzir juros anuais de aproximadamente R$ 300 milhões para cerca de R$ 150 milhões.

Entre os envolvidos, a família Menin aparece como acionista relevante na SAF, com expectativa de aporte entre R$ 450 milhões e R$ 500 milhões. O montante seria utilizado integralmente para quitar dívidas bancárias que pesam sobre as finanças.

Plano financeiro e governança

A proposta envolve diluição de capital para captação do aporte e redesenho da estrutura de gestão. O objetivo é reorganizar o orçamento, reduzir encargos financeiros e criar condições para recuperar a competitividade do clube no médio prazo.

Durante a entrevista, Daniel mencionou ajustes no organograma e a criação de um conselho consultivo com torcedores. O foco é consolidar uma gestão profissional, capaz de sustentar a SAF mesmo diante de crises esportivas.

O cenário interno continua de olho no retorno da performance esportiva, com recuperação sendo apontada como processo gradual. A torcida aguarda resultados consistentes para sustentar a confiança na estratégia financeira.

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