- O Corinthians entregou reclamações à comissão de arbitragem da CBF sobre decisões na derrota por 2 a 1 para o Mirassol; a reunião ocorreu nesta segunda-feira e o observador técnico Mauro da Silva participou remotamente.
- Entre os pontos, o clube questionou a expulsão de Edson Carioca no início do primeiro tempo e disse que o VAR não era necessário, já que a expulsão foi considerada correta.
- O pênalti marcado para o Mirassol, que originou o primeiro gol, foi visto como discutível e houve crítica à ausência de revisão pelo VAR.
- A jogada do segundo gol do Mirassol também foi alvo de reclamação, alegando falta sobre Rodrigo Garro no início do lance e ausência de VAR.
- Além da arbitragem, o Corinthians criticou o STJD por suposta diferença de critérios em punições a jogadores, citando o caso de Hugo Souza; Mauro da Silva manteve a linha de Paz após a partida. A delegação viajou para Bogotá e Paz e Júlio César não estiveram presentes na reunião.
O Corinthians apresentou à comissão de arbitragem da CBF reclamações sobre decisões na derrota por 2 a 1 para o Mirassol, pelo Brasileirão, no último domingo. A solicitação foi formalizada em reunião realizada nesta segunda-feira, com o observador técnico Mauro da Silva participando remotamente.
A lista de críticas aponta supostos critérios diferentes em lances-chave. Entre eles, a expulsão de Edson Carioca no início do primeiro tempo, que o clube afirmou ter sido correta e não demandar VAR.
Outro ponto contestado foi o pênalti marcado para o Mirassol, que originou o primeiro gol. O Corinthians considerou a decisão discutível e denunciou a ausência de revisão pelo árbitro de vídeo, ao contrário do que ocorreu na expulsão.
O clube também incluiu a jogada do segundo gol do Mirassol, sustentando que houve falta sobre Rodrigo Garro no início do lance, caracterizando erro claro sem intervenção do VAR.
Além da arbitragem, o Corinthians questionou o STJD por diferença de critérios em punições a jogadores. O elenco citou o goleiro Hugo Souza, suspenso por críticas à arbitragem em jogo contra o Palmeiras, com a punição reduzida posteriormente.
A diretoria comparou esse caso com manifestações de atletas de outras equipes, que teriam sido absolvidas em situações parecidas, segundo o clube. Críticas de Mauro da Silva acompanharam o tom já adotado por Marcelo Paz após a partida.
A participação remota do observador ocorreu por questões logísticas. Após o jogo, a delegação deixou Mirassol, treinou no CT Joaquim Grava e seguiu para Bogotá, onde encara o Santa Fé pela Libertadores nesta quarta.
Dirigentes como Marcelo Paz e Júlio César não participaram da reunião por acompanharem a viagem à Colômbia, mantendo o planejamento esportivo previamente definido para o elenco.
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