- Receita de R$ 1,022 bilhão em 2025, maior da história do Fluminense, equivalendo a 98% da dívida total de R$ 1,043 bilhão.
- 4º ano consecutivo de superávit: R$ 51,585 milhões no exercício.
- Dívida foi influenciada pela correção da taxa Selic e por investimento de R$ 215 milhões na compra de direitos econômicos de jogadores; sem esses valores, o passivo seria de R$ 812 milhões.
- Destaques financeiros: EBITDA recorde de R$ 191,485 milhões; bilheteria de R$ 43 milhões; premiações de R$ 363 milhões; direitos de transmissão de R$ 162 milhões.
- Ainda assim, a diferença entre receita e dívida vem sendo reduzida desde 2019, passando de quase R$ 600 milhões para R$ 21 milhões em 2025.
O Fluminense apresentou o balanço financeiro de 2025, com receita de R$ 1,022 bilhão, a maior da história do clube, contra uma dívida de R$ 1,043 bilhão. O anúncio foi feito com dados divulgados em 30 de abril de 2026. O resultado aponta o 4º ano seguido de superávit.
A gestão ressalta endividamento sob controle, com quase metade do passivo explicado por tributos parcelados a longo prazo. A diferença entre arrecadação e pagamento caiu de quase R$ 600 milhões em 2019 para R$ 21 milhões em 2025.
O aumento da dívida levou em parte em função da Selic e de investimento recorde de R$ 215 milhões em direitos econômicos de atletas. Sem esses valores, o passivo ficaria em R$ 812 milhões.
Principais números
- EBITDA recorde: caixa operacional de R$ 191,5 milhões.
- Bilheteria: R$ 43 milhões.
- Premiações: R$ 363 milhões em 2025, impulsionadas por Mundial de Clubes.
- Direitos de transmissão: R$ 162 milhões.
Entre 2021 e 2025, a linha de recuperação financeira ficou evidente. Em 2021 houve superavit operacional de R$ 22 milhões, mas não houve lucro líquido em 2021 devido aos encargos da dívida herdada. Em 2025, o resultado operacional tornou-se lucro real.
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