- Ex-jogador Gilberto defendeu a convocação de Pedro para a Seleção Brasileira e comparou o atacante do Flamengo a Romário pela capacidade de definir partidas.
- Ele afirmou que Pedro é o melhor centroavante do país na atualidade e que, mesmo com poucas oportunidades, consegue marcar dentro da área.
- Gilberto ressaltou que o Flamengo tem investido em modernização e na formação de jogadores, mas que a maior capacidade de contratação do clube dificulta a ascensão de atletas da base.
- O ex-coordenador citou Wesley e Evertton Araújo como exemplos da época da gestão anterior, apontando que alguns jogadores da base ainda conseguiram passar para o profissional em transições anteriores.
- Segundo Gilberto, a direção do Flamengo, inclusive o presidente Luiz Eduardo Baptista, vê a base cada vez mais como fonte de renda, tornando as oportunidades de integração de jovens ao time principal ainda mais difíceis.
Gilberto, ex-jogador da seleção e do Flamengo, defendeu a convocação de Pedro para a Copa do Mundo e comparou o atacante rubro-negro a Romário pela capacidade decisiva dentro da área. A entrevista foi publicada pelo Lance!, onde o ex-coordenador das categorias de base comentou ainda sobre as mudanças internas após a troca de gestão no clube.
O ex-lateral afirmou que Pedro é um centroavante moderno, com finalização. Segundo ele, o jogador tem herdado características que podem justificar a chamada à seleção, mesmo diante de concorrência de outros atletas. A voz dele reforça a visão de que o Flamengo pode ter espaço para Pedro em jogos de alto nível.
Gilberto também avaliou o papel da base do Flamengo na formação de profissionais. O ex-coordenador destacou o processo de modernização do clube nos últimos anos e afirmou que as mudanças gerenciais influenciam o aproveitamento de jovens no time principal. O tema foi explorado com foco na relação entre base e elenco profissional.
Situação da base do Flamengo
O ex-jogador ressaltou que, com a nova gestão, o Flamengo passou a ter maior poder de mercado para contratar, o que pode reduzir oportunidades para jovens formados. Segundo ele, apenas Wallace Yan é hoje um caso de uso frequente da base no time principal, e a tendência é de evolução gradual nesse cenário.
Sobre a formação de atletas, o dirigente citou a fala do presidente Luíz Baptista, que indica que a base pode ser mais valorizada como moeda de troca. Assim, a perspectiva para o futuro próximo aponta menos chances de ascensão rápida de jovens da base ao profissional.
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