- O São Paulo não pretende rescindir o contrato de Robert Arboleda neste momento e avalia usá-lo como ativo de troca na janela de transferências.
- A diretoria teme liberar o zagueiro sem custos, o que facilitaria a assinatura em outros clubes e não geraria retorno financeiro ao clube.
- O departamento jurídico vê riscos em uma rescisão unilateral, com possibilidade de disputa judicial sem garantias de sucesso.
- Arboleda será preparado fisicamente e terá um cronograma de treinos distinto do elenco principal, antes de qualquer reintegração ao grupo.
- O contrato do jogador vai até o fim de 2027, dando ao clube tempo para avaliar opções e negociações sem pressa.
O São Paulo definiu a estratégia para o zagueiro Robert Arboleda após sua reapresentação ao clube. A diretoria não vê a rescisão contratual como caminho neste momento. A decisão foi anunciada conforme informações do jornalista Eder Traskini, do ge.
Internamente, liberar o jogador sem custos poderia favorecer o atleta, que ficaria livre para assinar com outro clube sem retorno financeiro ao Tricolor. Há cautela diante de uma eventual rescisão unilateral que poderia levar a disputas judiciais sem garantias de vitória.
O plano é manter Arboleda fisicamente preparado e usá-lo como ativo de negociação na próxima janela de transferências. O clube vai avaliar as condições clínicas do defensor e colocá-lo em um cronograma de treinos separado do elenco principal, sem reintegração imediata.
Avaliação médica e timeline
Ainda não há decisão de reintegrar o jogador ao grupo. A possibilidade depende de propostas que o clube considere satisfatórias ou de necessidade de reforçar a defesa ao longo da temporada.
O contrato com o São Paulo é válido até o fim de 2027, o que permite ao clube trabalhar alternativas com mais tranquilidade e sem pressão de uma decisão rápida. A expectativa é observar o mercado antes de qualquer movimento definitivo.
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