- Kaká relembra o acidente grave na piscina, em outubro de 2000, que quase o deixou sem andar, e destaca o papel da família na sua recuperação e disciplina.
- Em 2001, pouco tempo após chegar ao profissional do São Paulo, ele marcou dois gols na final do Torneio Rio-São Paulo contra o Botafogo, tornando-se ídolo do clube.
- Aos 20 anos, foi convocado para a seleção brasileira e disputou a Copa do Mundo de 2002, ao lado de grandes craques.
- Hoje torce por Carlo Ancelotti na Copa e disse não ter recebido convite oficial para a comissão técnica da seleção; não pretende seguir carreira de treinador no momento.
- Seus projetos atuais incluem a presidência da Kings League Brasil, gestão de empresas e nova atuação no âmbito esportivo, mantendo a prática de esporte como hobby e parte do dia a dia.
Kaká relembra momentos decisivos da carreira em entrevista exclusiva, destacando o acidente que quase encerrou o sonho de jogar, a ascensão no São Paulo e a convivência com ídolos. O foco é a trajetória, sem tomar partido ou emitir críticas.
Em outubro de 2000, Kaká sofreu fratura na sexta vértebra cervical ao descer um toboágua. O médico informou que voltar a andar seria a maior vitória, não o retorno aos campos. A frase dele foi de gratidão pela recuperação.
O atleta contou como a família o manteve firme. Ao renovar com o São Paulo, ouviu do pai um alerta sobre responsabilidade financeira. A conversa ajudou a manter os pés no chão e consolidar valores familiares.
Nascido em Brasília, Kaká mudou-se para Cuiabá aos 4 anos e para São Paulo aos 7, por conta do pai. A paixão pelo futebol começou cedo, com o lançamento em bases do SPFC aos 8 anos e a projeção no profissional em 2001.
Aos 20 anos, Kaká integrou a seleção brasileira que disputou a Copa do Mundo de 2002, ao lado de Ronaldo, Rivaldo e Cafu. A participação foi marcada pela emoção de conviver com estrelas e pela expectativa da evolução do jogador.
Em Milan e Real Madrid, Kaká ganhou títulos e o reconhecimento de melhor jogador do mundo em 2007. Cafu comenta o papel da família no acolhimento do jovem atleta, que chegou à Europa sem perder a humildade.
Ancelotti, técnico com quem trabalhou, é tema de memória afetiva de Kaká. O treinador descreveu Kaká como gênio inteligente, destacando a capacidade de pensar rápido e ler jogadas. A relação segue como referência profissional.
Por anos, o peso da mídia e as cobranças acompanharam Kaká. Ele ressalta que o ambiente de redes sociais aumentou a pressão emocional dos atletas jovens, exigindo suporte psicológico mais presente hoje.
Aos 35, em 2017, no Orlando City, Kaká percebeu oscilações de humor e decidiu parar. Em 2018, iniciou formação em gestão esportiva, busca de cursos na FIFA e Harvard, preparando-se para futuros projetos fora de campo.
Antes de cogitar atuação como treinador, Kaká priorizou a vida familiar e o tempo com a esposa, a modelo Carol Dias Leite, e os quatro filhos. Hoje, ele administra atividades comerciais e eventos, mantendo o foco na saúde.
No presente, Kaká lidera a Kings League Brasil, além de manter compromissos com futebol institucional e publicidade. A ideia é ampliar o diálogo com a nova geração, sem abandonar a essência do esporte.
Trajetória e desafios
O ex-jogador reforça que não pretende abandonar o futebol, apenas adota equilíbrio entre jogos, gestão e família. A relação com Ancelotti permanece sólida, servindo de referência para projetos futuros no esporte.
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