- O presidente do Santos, Marcelo Teixeira, foi cobrado por alunos e torcedores na saída da Faculdade de Artes e Comunicação (FaAC) na noite de quinta-feira, 7.
- A FaAC classificou o episódio como atitude isolada e negou qualquer manifestação organizada contra Teixeira.
- Policiais militares que faziam a segurança dos jogos universitários acompanharam a situação e a controlaram.
- O Santos está há sete jogos sem vencer, na 16ª posição do Brasileirão com 15 pontos, empatado com o Corinthians, ambos na zona de rebaixamento.
- A equipe volta a campo pelo Brasileirão contra o Red Bull Bragantino neste domingo, enquanto decide a vaga nas oitavas da Copa do Brasil no dia 13, diante do Coritiba; na Sul-Americana, segue na lanterna do Grupo D.
Marcelo Teixeira, presidente do Santos, foi abordado por alunos e torcedores na saída da Faculdade de Artes e Comunicação (FaAC), associada à universidade da família dele, na noite de quinta-feira (7). O episódio ocorreu durante a passagem do dirigente pelo campus após o fim das atividades.
O ato de cobrança ocorreu enquanto Teixeira deixava a FaAC. Vídeos compartilhados mostram o momento com tom tenso, mas policiais militares que acompanhavam o policiamento dos jogos universitários contiveram a situação e evitaram desordem.
O Santos atravessa má fase no futebol. O clube não vence há sete partidas, sendo a última vitória registrada contra o Atlético-MG no Brasileirão. A equipe ocupa a 16ª posição, com 15 pontos, empatada com o Corinthians, na zona de rebaixamento.
Na Sul-Americana, o Santos está na lanterna do Grupo D, sem triunfos até o momento. A vaga às oitavas de final será decidida no dia 13, diante do Coritiba, no Couto Pereira. Antes disso, o time encara o Red Bull Bragantino pelo Brasileirão, em casa, no domingo (10).
Posicionamento da FaAC
A FaAC divulgou nota oficial nas redes sociais classificando o episódio como fato isolado. A instituição explicou que não houve organização, manifestação ou ataque dirigido ao presidente da universidade. O texto aponta que houve tentativa de intervenção dos dirigentes presentes para encerrar a situação.
Segundo a FaAC, o ato foi realizado por um único aluno, sem apoio da diretoria nem da comunidade acadêmica. O comunicado enfatiza que a cobrança não reflete a posição da instituição.
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