- Marie-Louise Eta assumiu interinamente o cargo de técnica do Union Berlin, tornando-se referência ao comandar o time masculino na elite do futebol alemão.
- Ela disse que o foco é alcançar os objetivos da temporada e manter a equipe na Bundesliga, mesmo reconhecendo o alcance do feito.
- O maior desafio, segundo ela, é a responsabilidade final pelas decisões, embora haja debate com a equipe e colegas.
- Eta já tem contrato com a equipe feminina para o verão e o clube cogita mantê-la no cargo, planejando o futuro.
- Ela afirmou estar concentrada no trabalho com o Union Berlin e não se deixou abalar por ataques nas redes; não comentou sobre a Copa do Mundo de 2026.
A ex-jogadora Marie-Louise Eta assumiu interinamente o cargo de técnica do Union Berlin na equipe masculina, marcando um feito histórico no futebol de elite. Apenas algumas semanas após a nomeação, ela reforçou o foco na permanência na Bundesliga e na conquista de metas para a temporada, além de servir de exemplo para meninas e mulheres que sonham jogar profissionalmente.
Eta destacou que, apesar de ter atuado como assistente desde 2023, a responsabilidade final de decisão recai sobre ela. A convivência com os jogadores e o conhecimento do vestiário ajudam na transição, segundo a treinadora. Ela ressaltou que a cooperação com a comissão técnica continua essencial.
Com experiência vitoriosa na carreira como jogadora, incluindo Liga dos Campeões Feminina, a ex-atleta afirmou que o aprendizado no ambiente masculino pode trazer insights úteis ao vestiário. Ela pretende manter o contrato com o time masculino e planejar seu futuro também com a equipe feminina a partir do verão.
Desempenho e papel histórico
A treinadora explicou que a diretoria condenou ataques e ofereceu apoio institucional à decisão. Ela afirma manter o foco no trabalho diário e minimizar cobranças externas, inclusive em redes sociais.
Planos futuros e Copa do Mundo
Sobre o futuro, Eta disse estar ciente de que o acordo com o Union Berlin está em andamento, com possibilidade de continuidade no feminino a partir do verão. Em relação à Copa do Mundo de 2026, não fez avaliações e reiterou desejo de ver a Alemanha competindo com equilíbrio e emoção.
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