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Bobadilla não foi expulso por gesto obsceno no clássico Corinthians x São Paulo

Arbitro Daronco livra Bobadilla de punição por gesto; revolta persiste por expulsões de Allan e André em jogos recentes

Corinthians venceu o São Paulo por 3 a 2 em jogo pelo Brasileirão
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  • Corinthians x São Paulo, clássico realizado neste domingo na Neo Química Arena, gerou críticas à arbitragem.
  • Bobadilla foi parcialmente celebrado ao marcar o gol do São Paulo e fez um gesto com as mãos parecido com o que resultou em expulsões recentes de Allan e André.
  • O árbitro Anderson Daronco, após revisão no VAR, concluiu que o jogador do São Paulo não tocou as partes íntimas, apenas comemorou a situação.
  • A decisão foi recebida com revolta de torcedores e da diretoria do Timão, que lembrou as expulsões de Allan e André por gestos semelhantes.
  • Marcelo Paz afirmou que o mesmo gesto, visto em outros contextos, seria ofensivo, questionando a diferença de tratamento dentro e fora do futebol.

O clássico entre Corinthians e São Paulo, disputado neste domingo 10 na Neo Química Arena, terminou com críticas à arbitragem e uma polêmica sobre o gesto de Bobadilla na comemoração do gol do tricolor. A atuação do árbitro Anderson Daronco foi analisada pelo VAR.

Bobadilla correu em direção ao banco de reservas após balançar as redes e fez um gesto com as mãos semelhante ao que levou à expulsão de jogadores do Timão em partidas anteriores. A situação reacendeu debates sobre o que caracteriza gestos considerados obscenos em campo.

Após revisar as imagens, Daronco informou que o são-paulino não encostou nas zonas genitais, apenas comemorou a vitória momentânea. A explicação aumentou a leitura de que o gesto não teve conotação explícita.

Detalhes da decisão

A decisão do árbitro provocou revolta entre torcedores e dirigentes. Como pano de fundo, vieram à tona as expulsões de Allan, contra o Fluminense, e André, contra o Palmeiras, por gestos parecidos em situações distintas.

O Timão destacou a incongruência entre punições anteriores e a classificação do gesto neste jogo. Marcelo Paz, diretor executivo de futebol, afirmou que o gesto pode ser interpretado de forma ofensiva em qualquer contexto e questionou a separação entre o que ocorre fora do futebol e dentro dele.

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