Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Ex-árbitro afirma que gol do Palmeiras foi legal e mal anulado

Ex-árbitro afirma que gol do Remo seria legal e foi mal anulado, lembrando mudança de regra há cinco anos e impacto no clássico

Lance polêmico da anulação do gol do Palmeiras contra o Remo
0:00
Carregando...
0:00
  • Palmeiras reclamou da arbitragem após o gol de Bruno Fuchs ser anulado aos 50 minutos do segundo tempo no empate por 1 a 1 contra o Remo, no Mangueirão, pelo Brasileirão.
  • O ex-árbitro Carlos Eugênio Simon afirmou que o gol foi legal e foi mal anulada a jogada, dizendo que o toque no braço do atacante do Remo foi acidental e natural na disputa de bola.
  • Simon lembrou que a regra mudou há cinco anos, alterando a interpretação de toques de braço em jogadas de disputa.
  • Bruno Fuchs também se manifestou, dizendo que a bola bateu no jogador do Remo e sobrou para ele marcar, e questionou a clareza da aplicação da regra na função dos árbitros.
  • A situação gerou debate entre Palmeiras, jogadores e técnicos sobre as regras e a necessidade de revisão pela Confederação Brasileira de Futebol, para evitar situações semelhantes no Brasileirão.

O Palmeiras reclamou da anulação do gol de Bruno Fuchs aos 50 minutos do segundo tempo no empate por 1 a 1 com o Remo, neste domingo, no Mangueirão. A partida contou pelo Campeonato Brasileiro.

O árbitro Rafael Rodrigo Klein validou a jogada, mas acabou vivenciando a decisão que provocou a revolta do clube paulista. O lance ocorreu após disputa de bola próxima à área.

O ex-arbitro Carlos Eugênio Simon afirmou que o gol seria legal e foi mal anulado. Segundo ele, houve toque acidental no braço do atacante do Remo durante a cabeceada, em um movimento natural.

Simon lembrou que a regra relacionada ao lance mudou há cinco anos, o que, na visão dele, não foi seguido na decisão. A explicação envolve a percepção de disputa de bola e naturalidade do gesto.

Bruno Fuchs afirmou não ter entendido a decisão e disse que a bola sobrou para ele, sem toque intencional. O zagueiro pediu que a regra fosse ainda mais clara para evitar debates.

A situação reacende discussões sobre a aplicação do VAR e a interpretação de lances de bola na mão. Clubes do Brasileirão costumam reclamar de decisões de arbitragem em momentos decisivos.

Fonte: Portal Terra

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais