- Áudio vazado do presidente do São Paulo, Harry Massis Júnior, afirma que o clube não pode demitir Roger Machado por não ter dinheiro para a rescisão e contratação de um novo técnico.
- Massis diz que o São Paulo pegou o clube sucateado e que não haverá pagamento de multa nem troca de treinador no momento.
- Ele reconhece nervosismo e enfatiza a pressão após a derrota por três a dois no clássico contra o Corinthians.
- Em conversa, Massis relata ter falado com Osmar Stábile, presidente do Corinthians, para saber o custo de contratar Dorival Júnior, estimado entre R$ 2,8 a 3 milhões por mês.
- O São Paulo vive quatro jogos sem vencer, com quatro empates e uma derrota, e tem sete vitórias, seis empates e cinco derrotas em dezoito lances anteriores.
O presidente do São Paulo, Harry Massis Júnior, assume que a diretoria não tem condições de demitir o técnico Roger Machado neste momento, citando dificuldades financeiras do clube. Em áudio vazado, Massis afirma que pagar multa de rescisão e contratar zero reforços geraria grande impacto orçamentário.
O conteúdo do áudio mostra críticas à gestão anterior e à condição financeira do São Paulo, com Massis ressaltando que o clube herdou dívidas e carregaria custos altos para mudanças técnicas. Ele pondera que o time não é campeão, mas pode alcançar uma vaga à Libertadores ao término da temporada.
O caso ganhou ainda mais dimensão após a revelação de um contato com Osmar Stábile, presidente do Corinthians. Massis diz ter perguntado ao rival sobre o valor pago pela contratação de Dorival Júnior, demitido pelo Corinthians, o que o trouxe a calcular custos próximos de R$ 2,8 a 3 milhões mensais.
Caso Crespo tenha sido demitido em 9 de março, o São Paulo segue sob pressão com Roger Machado. A equipe tem quatro jogos sem vitória, com quatro empates e derrota para o Corinthians. Em 16 partidas, são sete vitórias, seis empates e cinco derrotas.
A situação demonstra a crise interna vivida pelo Morumbi após o fim da segunda passagem de Crespo e a chegada de Roger, que não conseguiu reconquistar a torcida. A diretoria aponta restrições orçamentárias como principal entrave para mudanças imediatas.
A análise interna aponta que a diretoria prefere manter o técnico atual e buscar soluções financeiras para a temporada. A torcida acompanha com apreensão o andamento do Campeonato Brasileiro e a busca por equilíbrio entre gestão e desempenho esportivo.
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