- Tite deixou o comando do Cruzeiro após o empate com o Vasco, encerrando o ciclo da equipe na temporada.
- O treinador diz que esperava permanecer no clube a médio e longo prazo, com proposta de até dois anos de contrato, mas optou por um ano para avaliação.
- No começo, com desfalques, o Cruzeiro teve oito jogos e perdeu cinco, incluindo o clássico e o início do Brasileirão contra o Botafogo; ajustes e uso de atletas da base foram discutidos.
- A partir de nove partidas, o time se firmou, foi campeão mineiro e ganhou o clássico, gerando grande comemoração da torcida e das famílias dos atletas.
- Sobre a comissão técnica, Tite explicou que define o modelo com seus assistentes, mantendo Wesley como técnico permanente e delegando funções a Vinícius, Wesley e Henrique; o filho dele atua como parte da equipe, sem mudanças no funcionamento.
Tite deixou o comando do Cruzeiro após o empate com o Vasco. Em entrevista ao ge, o técnico explicou que esperava permanecer na função para um trabalho de médio e longo prazo, com contrato de um ano proposto, seguido de avaliação. O clube planejava manter a equipe para buscar resultados consistentes ao longo do ano.
O treinador ressaltou que a meta inicial era retomar o Cruzeiro como campeão mineiro, após seis anos sem o título. Ele descreveu a comissão técnica e a família Cruzeiro como parte central do projeto, destacando o envolvimento de familiares na torcida e no ambiente do clube.
Tite detalhou o andamento do planejamento, reconhecendo falhas no início de temporada. Sem os principais atletas, houve atraso na integração de atletas da base e das regionais, o que contribuiu para oito jogos sem vitória no início. Também mencionou problemas em jogos específicos, como o clássico e o Brasileirão.
Segundo o treinador, o Cruzeiro passou a ter melhor rendimento a partir de uma sequência de nove jogos, com título mineiro e vitória em diversos clássicos. Ele ressaltou a alegria da torcida e das famílias dos jogadores durante o êxito, além de citar a presença de familiares de Pedrinho e Júnior no estádio.
Sobre a relação com a equipe, Tite afirmou que seus assistentes recebem funções delegadas por ele. A comissão técnica inclui dois técnicos, um analista e outros integrantes, com o técnico definindo o modelo, a estratégia e a divisão de funções. O modelo permanece o mesmo, segundo o treinador.
Relação do filho com o trabalho
O tema envolvendo o filho de Tite, Matheus Bachi, foi citado como alvo de críticas durante a passagem pelo Cruzeiro. O técnico explicou que a estrutura da comissão é definida por ele, com autonomia para os auxiliares em várias tarefas, mantendo a supervisão e a interação conforme a necessidade.
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