- O torcedor gaúcho Guilherme Martin planejava viajar do Rio Grande do Sul aos Estados Unidos para acompanhar a Copa, guiando um Fusca decorado com as cores do Grêmio.
- A viagem foi interrompida na fronteira entre o Chile e o Peru, quando o veículo foi retido pela fiscalização por divergência entre o motor registrado e o de outro Fusca.
- Ele precisou retornar ao Rio Grande do Sul para regularizar documentos e o motor junto aos órgãos de trânsito.
- O recomeço acrescentou quase seis mil quilômetros ao odômetro; na última quinta-feira, Guilherme chegou à Colômbia e despachou o Fusca de navio para o Panamá, para vencer o trecho sem estradas na fronteira.
- Apesar do prazo para chegar em junho ficar apertado, ele mantém o objetivo de cruzar as Américas para ver a Seleção Brasileira em campo.
O torcedor gaúcho Guilherme Martin precisa recomeçar a viagem para acompanhar a Copa do Mundo, após problemas com a documentação do motor de seu Fusca. Ele planejava atravessar a América até os EUA, partindo do Rio Grande do Sul.
A falha ocorreu na fronteira entre Chile e Peru. Guilherme já havia percorrido cerca de 3 mil km de um percurso previsto de 15 mil km quando o veículo foi retido pela fiscalização aduaneira.
O Fusca, decorado com as cores do Grêmio, trazia um motor registrado em outro carro da mesma propriedade, gerando divergência entre os números. Sem autorização para seguir, o torcedor retornou ao RS para regularizar os documentos e o motor.
Com o recomeço, o odômetro ganhou quase 6 mil km extras e dias do cronograma. Em 7 de junho, Guilherme já havia chegado à Colômbia e despachou o Fusca por navio para o Panamá, buscando vencer o trecho sem estradas na fronteira.
Apesar do atraso, ele mantém o objetivo de cruzar as Américas e chegar a tempo de ver a Seleção Brasileira em campo. O caso mostra as dificuldades logísticas envolvidas em viagens longas com veículos vintage.
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