- Áudio vazado de Harry Massis, presidente do São Paulo, aumenta a pressão sobre o técnico Roger Machado.
- O material mostra contradições entre Massis e a diretoria, já que ele afirma não ter dinheiro para pagar multa nem para contratar outro treinador.
- O comentarista Arnaldo Ribeiro questiona por que Massis demitiu o ex-treinador Crespo se pensava como ele, sugerindo que o áudio piora a visão sobre Massis e o clube.
- A torcida continua insatisfeita, consciente de que o clube não tem recursos, e não aprova a troca promovida por Massis, Rui Costa e Rafinha no passado.
- Ribeiro afirma que Massis não tem poder político nem músculo financeiro para uma mudança importante no momento; Rui Costa permanece como executivo.
O áudio vazado de Harry Massis, presidente do São Paulo, aumenta a pressão sobre Roger Machado. O registro aponta o dirigente afirmando não ter dinheiro para pagar multa nem para contratar um novo treinador, em meio a cobranças internas pela saída do técnico.
O conteúdo envolve Massis e a diretoria tricolor, incluindo Rui Costa e Rafinha, que teriam apoiado mudanças anteriores. A divulgação ocorre em meio a uma crise financeira e esportiva no clube, com questionamentos sobre a condução do futebol ao longo da temporada.
O material foi analisado por Arnaldo Ribeiro, do UOL News Esporte, no Canal UOL. Para ele, o áudio revela contradições entre o discurso de Massis e as ações da diretoria, principalmente em relação ao que envolve demissões de técnicos.
Ribeiro destaca que o relato reforça a percepção de que Massis não teria poder político para decisões relevantes. Ele também aponta que Rui Costa permanece como principal executor da área de futebol, limitando a capacidade de mudanças no momento.
Segundo o comentarista, a torcida já encarou o áudio como indicativo de crise interna. Ele afirma ainda que o clube vive uma das fases mais voláteis de sua história, com repercussões diretas para o desempenho do elenco sob Roger Machado.
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