- A CBF, sob Samir Xaud, deve renovar com Carlo Ancelotti até 2030, mirando um ciclo longo para a seleção.
- A atual calmaria política facilita definições internas e evita as brigas que marcaram gestões anteriores.
- O plano é manter Ancelotti por um ciclo completo, alinhando calendário, fair play financeiro e profissionalização da arbitragem.
- O contrato pode se estender além do mandato de Xaud, com o técnico italiano já apresentado logo após a eleição que o confirmou no cargo.
- A entidade vem elevando gastos, incluindo investimento na seleção, com salário de Ancelotti estimado em torno de R$ 5 milhões por mês.
A CBF vive um período de calma política e avalia o futuro a médio e longo prazo, com a possível renovação contratual de Carlo Ancelotti até 2030. A decisão envolveria a gestão de Samir Xaud e a direção da entidade.
Analistas internos avaliam que a permanência do italiano se encaixa no planejamento de fortalecimento da seleção para as próximas etapas. Ancelotti estaria satisfeito e teria boa relação com jogadores e com a direção da CBF.
A ideia é manter o treinador no cargo por um ciclo completo, acima do mandato atual, para desenvolver identidade e consistência competitiva, além de alinhar calendário, fair play financeiro e arbitragem profissional.
Contexto político na CBF
O grupo que chegou ao poder divide atribuições e tem mostrado maior estabilidade institucional. Samir Xaud atua como rosto da nova gestão e cumpre o acordo de manter a linha de trabalho. Fernando Sarney permanece com menos participação diária, porém em contatos positivos com o grupo.
Os bastidores destacam a participação de Gustavo Feijó como diretor de seleções, com atuação mais discreta para favorecer as decisões técnicas de Rodrigo Caetano, coordenador, e de Ancelotti na montagem da equipe.
Outro eixo envolve comissões técnicas e o controle de gastos, já que a CBF elevou investimentos administrativos e no projeto da seleção. A eventual renovação com Ancelotti reforça esse viés de planejamento de longo prazo.
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