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Apostas esportivas devem crescer na Copa de 2026, aponta pesquisa

Pesquisa aponta que 56% planejam apostar na Copa de 2026; 54% buscam diversão, 80% admitem consumo sem planejamento e 14% podem se endividar

Segundo o levantamento, 54% dos entrevistados apontam diversão e entretenimento como principal motivação | Poder360
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  • 56% dos brasileiros consideram fazer apostas ou participar de bolões durante a Copa de 2026.
  • 54% apontam diversão e entretenimento como motivação principal para apostar.
  • O interesse é maior entre jovens que não acompanharam o último título da seleção, chegando a 69%; entre pessoas endividadas, o índice sobe para 79%.
  • 80% dos entrevistados admitem a possibilidade de consumir sem planejamento durante a competição; caso o Brasil avance, 47% afirmam que podem aumentar os gastos, e 14% disseram que se endividariam para acompanhar o Mundial.
  • Dados adicionais indicam que o endividamento das famílias brasileiras subiu para 80,9% em abril, novo recorde.

Apostas esportivas devem crescer na Copa de 2026, segundo pesquisa. O estudo indica que 56% dos brasileiros consideram fazer apostas ou participar de bolões durante o torneio, com a expectativa de movimentar o mercado no país. A Copa acontecerá em 2026, e o clima de ação atrai o público.

O levantamento ouviu 561 trabalhadores com mais de 18 anos, em todo o Brasil, com renda familiar entre R$ 1.600 e acima de R$ 24.000. O método não detalha estratos regionais, apenas aponta tendências nacionais. O Brasil é o foco das perspectivas de aposta para o Mundial.

Conforme os dados, 54% citam diversão e entretenimento como motivo principal para apostar. Outros 31% buscam renda extra para despesas mensais, e 15% veem a chance de quitar dívidas. A pesquisa registra também comportamento de consumo durante o evento.

Motivações e risco financeiro

80% dos entrevistados admitem a possibilidade de consumir sem planejamento durante a Copa. Caso o Brasil avance, 47% podem aumentar os gastos com as apostas. Além disso, 14% disseram que poderiam se endividar para acompanhar a competição.

Dados de endividamento indicam pressão econômica no país. A associação de comércio aponta alta: o índice de endividamento das famílias subiu de 80,4% em março para 80,9% em abril, marcando novo recorde histórico.

Fontes citadas: Poder360, com base em pesquisa sobre hábitos de consumo e apostas e dados oficiais sobre endividamento.

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