- A Suécia conseguiu a vaga para a Copa do Mundo por meio da repescagem, após uma campanha abaixo do esperado nas eliminatórias, ficando em 38º no ranking da Fifa.
- O caminho até a repescagem incluiu trocas de técnico, com Graham Potter substituindo Jon Dahl Tomasson/Jan(ne) Ardersson e chegando com foco na classificação.
- Na repescagem, Gyökeres foi decisivo, com hat-trick contra a Ucrânia; na final, a vitória por 3 a 2 sobre a Polônia garantiu a classificação.
- O atacante já soma quatro gols no torneio de repescagem e tem histórico de destaque pela seleção sueca, além de boa passagem em clubes europeus.
- O grupo da Copa inclui Holanda, Japão e Tunísia, e a Suécia busca manter tradição de boas campanhas em Copas, mesmo após anos de altos e baixos.
A Suécia garantiu passagem para a Copa do Mundo por meio da repescagem, após uma campanha ruim nas Eliminatórias. A classificação veio num contexto de mudanças — o técnico Janne Andersson deixou o cargo após a fase de grupos. No total, o ciclo foi marcado por altos e baixos e pela ausência na Eurocopa.
Nas Eliminatórias, a campanha começou irregularmente e terminou com derrota para a Áustria e empate com a Bélgica, além de problemas na fase seguinte. A equipe acabou rebaixada na Liga das Nações e rodou o elenco com novas opções no início de 2025, buscando reconstrução.
Com o retorno às competições entre seleções, o técnico Graham Potter assumiu a braçadeira em meio a resultados ruins. O grupo passou por ajustes táticos e a estrela Gyökeres despontou como peça-chave na repescagem, contribuindo com gols decisivos para avançar.
O destaque
Gyökeres foi protagonista na recuperação sueca, marcando quatro gols na fase de repescagem. O atacante aparece há 32 jogos pela seleção, com 19 tentos anotados, e carrega passagem por clubes como Brighton, Coventry City e Sporting.
O comandante
Graham Potter chegou com pouco tempo para trabalhar, assumindo a equipe na reta final das eliminatórias. Mesmo sob pressão, conseguiu ajustar a equipe e impulsionar Gyökeres, garantindo a vaga na Copa do Mundo. Potter já comandou equipes como Swansea, Brighton, Chelsea e West Ham.
Campanha e contexto
A Suécia estreou no Mundial pela primeira vez em 1934 e já teve várias campanhas de destaque, incluindo 1958 como anfitriã. O time figura hoje na 38.ª colocação do ranking da Fifa. O elenco-base reúne nomes como Nordfeldt, Lindelöf e Elanga, com Gyökeres no papel principal.
Sobre o país
A Suécia é o terceiro maior país da UE, com 449.964 km² e cerca de 10,6 milhões de habitantes. Estocolmo é a capital e o país mantém uma monarquia parlamentarista. A economia é fortemente baseada em serviços e indústria, com baixa desigualdade social.
Perspectiva para o Mundial
Mesmo em grupo difícil com Holanda, Japão e Tunísia, a seleção sueca aposta em consistência histórica para avançar. O time busca surpreender na fase de grupos e, se avançar, manter o desempenho das fases anteriores em Copas.
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