- Juventude enfrenta o São Paulo às 19h desta quarta-feira (13), buscando vaga que renderia cerca de R$ 3 milhões; a ida terminou 1 a 0 para o Tricolor.
- O clube gaúcho encerrou 2025 com superávit de R$ 25,5 milhões, terceiro ano seguido nesse saldo, e maior receita da história: R$ 140,3 milhões, alta de 9,5% em relação ao ano anterior.
- A principal fonte de arrecadação segue sendo direitos de transmissão, que somaram R$ 88 milhões, além de R$ 18,9 milhões em publicidade, R$ 6,6 milhões em receitas patrimoniais, R$ 3,2 milhões em bilheteria e R$ 1,3 milhão com negociações de atletas.
- O Juventude terminou o ano com R$ 28,6 milhões em caixa, sem empréstimos bancários, e reduziu dívidas de curto prazo em R$ 14 milhões, além de queda de cerca de 20% nos compromissos de longo prazo.
- O patrimônio do clube chegou a R$ 91,9 milhões, impulsionado por investimentos em estrutura física e ativos permanentes; o presidente Fábio Pizzamiglio destacou o equilíbrio entre crescimento esportivo e financeiro.
Às vésperas do jogo decisivo contra o São Paulo, o Juventude busca avançar por uma meta financeira: a classificação pode render cerca de R$ 3 milhões e sustentar a trajetória de crescimento do clube gaúcho pelo quarto ano seguido. A partida de ida terminou 1 a 0 para o Tricolor.
A equipe de Caxias do Sul precisa de vitória ou empate para seguir na Copa do Brasil, mantendo vivo o objetivo de quebrar recordes econômicos ao longo da temporada.
Em 2025, o Juventude fechou o ano com superávit de R$ 25,5 milhões, o terceiro consecutivo, e atingiu a maior receita da história do clube, de R$ 140,3 milhões, alta de 9,5% frente a 2024.
Segundo o clube, o desempenho ocorreu mesmo com investimentos no futebol em alta, chegando a R$ 95,9 milhões, recorde histórico para a instituição.
O presidente Fábio Pizzamiglio ressaltou o equilíbrio entre desempenho esportivo e finanças, destacando que o clube encerra o ano com superávit, crescimento de receita e redução de dívidas, além de manter investimentos no futebol alinhados ao fair play financeiro.
A principal fonte de arrecadação continua sendo os direitos de transmissão, que somaram R$ 88 milhões, seguidos por publicidade e patrocínios (R$ 18,9 milhões).
Outras receitas aparecem em R$ 6,6 milhões com patrimônio, R$ 3,2 milhões com bilheteria e R$ 1,3 milhão com negociações de atletas, conforme balanço divulgado pelo clube.
Em termos de saúde financeira, o Juventude terminou 2025 com R$ 28,6 milhões em caixa e sem empréstimos bancários. Dívidas de curto prazo recuaram em R$ 14 milhões, e compromissos de longo prazo caíram cerca de 20%.
O patrimônio do clube também avançou, registrando queda de encargos e crescimento de ativos, com o total chegando a R$ 91,9 milhões, impulsionado por investimentos em infraestrutura e ativos permanentes.
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