Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

MP investiga empresa de segurança supostamente irregular no Corinthians

MP investiga empresa de segurança supostamente irregular contratada pelo Corinthians; PF não autorizaria atuação e não houve contrato formal

Gestão de Osmar Stabile teria contratado empresa irregular de segurança — Rodrigo Coca/Agência Corinthians
0:00
Carregando...
0:00
  • O Ministério Público abriu uma investigação criminal sobre a contratação de uma empresa de segurança supostamente irregular pelo Corinthians, no valor de R$ 676,6 mil.
  • A Mega Assessoria Operacional Ltda emitiu três notas fiscais entre setembro e outubro de 2025, sem que houver contrato formal com o clube.
  • A empresa, indicada como não autorizada pela Polícia Federal para serviços de segurança privada, estaria registrada em nome de Fernando José da Silva, gerente operacional do clube social.
  • O gerente afirmou inicialmente que a criação da empresa foi solicitada pelo diretor administrativo, Fábio Soares, mas depois disse que a demanda partiu do próprio presidente do clube.
  • Os pagamentos seriam referentes a operações no Parque São Jorge, no CT Joaquim Grava e nas bases de formação, relacionados a episódios ocorridos em maio de 2025, com invasão à presidência do clube.

O Ministério Público abriu uma investigação criminal para apurar a contratação de uma empresa de segurança supostamente irregular pelo Corinthians. O tema envolve a empresa Mega Assessoria Operacional Ltda, contratada no fim de 2025 por um funcionário do clube, em um negócio de aproximadamente R$ 676,6 mil. As informações foram divulgadas pelo ge.

Entre setembro e outubro de 2025, durante a gestão de Osmar Stabile, o Timão emitiu três notas fiscais para a empresa: R$ 244.627,66; R$ 208.350,00; e R$ 223.650,00, para serviços de segurança. A Mega Assessoria Operacional Ltda estaria sem autorização da Polícia Federal para atuar como prestadora de segurança privada e não teria assinado contrato formal com o clube.

O empresário Fernando José da Silva, gerente operacional do clube social, é apontado como responsável pela empresa, que atualmente também ocupa o cargo no Centro de Treinamento Joaquim Grava. O gerente ouvido pelo Sport Insider disse que a criação da empresa foi solicitada pelo diretor administrativo do Corinthians, Fábio Soares, mas, pouco depois, ele afirmou que o pedido partiu do próprio presidente do clube.

No ano passado, o Corinthians alegou necessidade emergencial de substituir a equipe de segurança após a invasão ao corporativo do clube em 31 de maio de 2025, realizada por apoiadores de Augusto Melo. Os pagamentos teriam relação com operações no Parque São Jorge, no CT Joaquim Grava e no centro de treinamento das categorias de base, com a gestão ressaltando que não houve conflito de interesse.

Versões e contexto

A investigação mira se houve falhas de controle interno na contratação, bem como a regularidade documental da prestação de serviços. O MPC aponta que a empresa pode não possuir permissões legais para atuar no ramo de segurança privada. A apuração também envolve a ausência de um contrato formal entre as partes.

O caso envolve diferentes narrativas internas: a versão inicial que citava um requerimento do diretor administrativo e, posteriormente, a afirmação de que o pedido partiu do presidente do clube. A apuração continua em andamento, segundo fontes ligadas ao Ministério Público.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais