- Carlos Eugênio Simon afirma que o Brasil tem bons árbitros, mas falta comando.
- Para a Copa de 2026, a Fifa escalou três brasileiros como árbitros de campo: Wilton Pereira Sampaio, Raphael Claus e Ramon Abatti Abel.
- Simon, comentarista do Bate-Bola, analisa a possibilidade de um desses profissionais apitar a final, caso a seleção não chegue até lá.
- Ele destaca que, além da técnica, é preciso apoio político forte para chegar à decisão, citando 2010 como exemplo.
- Até hoje, apenas dois brasileiros apitaram finais de Copa: Arnaldo Cezar Coelho (1982) e Romualdo Arppi Filho (1986).
O ex-arbitro Carlos Eugênio Simon foi convidado do Bate-Bola desta semana e analisou o cenário para árbitros brasileiros na Copa do Mundo de 2026. Ele comentou sobre a atuação de juízes em copas e a pressão por desempenho em campo.
Simon destacou que, para apitar uma final, não basta estar tecnicamente preparado. O ex-árbitro afirmou que fatores políticos pesam no processo de escolha e que, no passado, apoio fora de campo fez diferença, citando 2010 como exemplo de oportunidade não plena.
O comentarista lembrou que, para a Copa de 2026, a FIFA escalou três brasileiros como árbitros de campo: Wilton Pereira Sampaio, Raphael Claus e Ramon Abatti Abel. A seleção de nomes aumenta o дл fluxo de profissionais brasileiros entre os escolhidos para a competição.
Histórico de finais brasileiros
Entre as cinco Copas do Mundo em que árbitros nacionais atuaram, apenas dois brasileiros apitaram finais: Arnaldo Cezar Coelho (1982) e Romualdo Arppi Filho (1986). A observação, para Simon, reforça a importância de fatores além do desempenho técnico para chegar à decisão.
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