- Eliminação do São Paulo ocorreu em meio a crise política, técnica e futebolística, envolvendo a saída de Crespo e a demissão de Roger Machado.
- A decisão de demitir Crespo nunca teve justificativa clara apresentada pela diretoria, alimentando insatisfação já existente e a percepção de gestão irregular do futebol.
- O cenário interno apontou para pressão externa, especialmente em ano eleitoral no clube, tornando a permanência de Roger controversa mesmo antes dos resultados recentes.
- No confronto com o Juventude, o time foi superior em todas as métricas: finalizações 24 a 4, chutes a gol 8 a 2 e maior volume ofensivo, com falhas defensivas e laterais expostas.
- A expulsão de Ferreirinha nos trinta segundos do segundo tempo complicou ainda mais a reação, e o gol de classificação do Juventude nos acréscimos fechou o quadro.
Nos filmes da temporada, a eliminação do São Paulo ocorreu em meio a uma das maiores crises da história do clube. A queda veio após uma temporada marcada por instabilidade política, técnica e desempenho em campo, culminando na demissão de Roger Machado. A diretoria citou pressão externa e questões financeiras, além de críticas ao modelo de gestão do futebol.
A ruptura com a torcida ganhou corpo antes mesmo da apresentação de Roger. A saída de Hernán Crespo deixou dúvidas sobre a condução do clube e alimentou desconfianças internas. A gestão foi alvo de críticas desde o fim da última temporada, aumentando a tensão durante este ano eleitoral no clube.
No anúncio da demissão, o presidente Rui Costa apontou pressão externa como fator relevante. O desconforto não dizia respeito apenas aos resultados, mas ao desgaste de uma gestão que já era questionada internamente. O clima político interno pesou na tomada de decisão, segundo relatos internos.
A possibilidade de Dorival Júnior ter sido cogitado ganhou força após o vazamento de um áudio atribuído a Harry Massis, sugerindo custos elevados para a contratação. Dorival, lembrado pela passagem vitoriosa em 2023, aparece como mais provável opção, caso o clube opte por uma mudança rápida.
A derrota para o Juventude evidenciou os gargalos em campo. Dados do Sofascore apontaram 24 finalizações do Juventude contra 4 do São Paulo, além de 8 a 2 em chutes ao gol. A pressão foi constante, especialmente pelas laterais, e o meio de campo teve menor controle sem o elenco completo.
A expulsão de Ferreirinha, pouco após a entrada em campo, complicou ainda mais a reação. Luciano saiu lesionado, abrindo espaço para ajustes. No segundo tempo, houve melhora tática, mas a equipe seguiu dominada pela marcação alta do adversário, que marcou o gol de classificação nos acréscimos.
A análise aponta que não apenas Roger pesa sobre o momento, mas toda a construção do elenco. A derrota consolidou uma crise que envolve resultados, gestão e identidade do time, mantendo o tema em debate nos próximos passos do São Paulo.
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