- Grama do gramado de São Januário gerou críticas após o jogo Vasco x Paysandu, com aspecto visual “arrepiado”.
- A Greenleaf explicou que o efeito é pela alta densidade da nova grama instalada no fim de 2025, o híbrido Bermuda Celebration (90% fibras naturais e 10% sintéticas).
- A empresa disse que o gramado se integrou bem à base antiga, cresce acima do esperado e não apresenta áreas expostas.
- O grande volume de folhas é o principal motivo do visual, mas não compromete as condições para a prática do jogo.
- Na pausa para a Copa do Mundo, haverá manutenção mais agressiva, com cortes verticais, raspagem e redução da densidade para deixar o campo mais uniforme.
O gramado do estádio de São Januário, palco do jogo Vasco x Paysandu, recebeu críticas pela aparência após a partida. A gramínea foi substituída no fim de 2025 e o aspecto visual ficou marcado por uma densidade elevada da nova grama híbrida.
A empresa responsável pela manutenção, a Greenleaf, explicou que o visual arrepiado vem da alta densidade da Bermuda Celebration instalada no local. O gramado, com 90% fibras naturais e 10% sintéticas, é o mesmo tipo utilizado no Maracanã.
Segundo a Greenleaf, a nova grama integrou-se bem à base antiga e apresenta crescimento acima do esperado, sem áreas expostas ou falhas. A grande quantidade de folhas contribuiu para o aspecto, mas não comprometeu as condições de jogo.
A manutenção prevista para a pausa da Copa do Mundo é mais agressiva. Serão realizados cortes verticais, raspagem e redução da densidade para melhorar o aspecto visual e deixar o campo mais uniforme. A avaliação é de que os primeiros meses após a troca fortalecem o gramado para intervenções mais profundas.
O planejamento de intervenção, segundo a empresa, prioriza manter o gramado estável enquanto se prepara o campo para o retorno, com foco em qualidade e regularidade do relevo para próximos compromissos. As ações visam deixar o gramado mais uniforme sem prejudicar o desempenho esportivo.
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