- Romário diz que as chances do Brasil na Copa do Mundo de 2026 são baixas, colocando o país como quinto ou sexto melhor ao lado de Argentina, Portugal, França, Espanha e Alemanha.
- Ele aponta dois fatores que mantêm a possibilidade de título: a participação brasileira em todas as Copas e o peso da camisa amarela.
- O tetracampeão relembra a volta ao futebol brasileiro em 1995, afirmando que foi a maior contratação do país e comentando que, hoje, transferências seriam valorizadas acima de R$ 1 bilhão.
- Entre os jogadores, elogia Neymar, Raphinha e Endrick; diz que Vinícius Júnior não é quem irá decidir jogos, e que o Brasil precisa de um desempenho coletivo.
- Sobre o técnico Carlo Ancelotti, o ex-jogador destaca o fator positivo da experiência, enquanto aponta que o time depende do conjunto para vencer.
Romário avalia que as chances do Brasil na Copa do Mundo de 2026 são baixas, segundo entrevista ao jornal Extra. O tetracampeão aponta seleções como Argentina, Portugal, França, Espanha e Alemanha à frente do Brasil, estimando o país como quinto ou sexto no ranking atual.
Apesar do pessimismo, o ex-jogador ressalta dois fatores que podem manter o Brasil competitivo: a participação em todas as Copas e o peso da camisa amarela. Ele também comenta a relação entre história e resultados recentes da seleção.
A volta ao Brasil
Romário diz ter sido a maior contratação do futebol nacional ao retornar ao Brasil após o título mundial. Ele cita o contraste com outras contratações recentes, como a de Paquetá, e sustenta que o seu retorno foi histórico para o futebol brasileiro, mesmo diante de valores elevados no mercado.
O tetracampeão afirma ainda que, se jogasse hoje, o valor de sua transferência poderia superar 1 bilhão de reais, superando a venda recorde de Neymar ao PSG. Segundo Romário, o mercado atual está mais inflacionado e cada transferência tende a superar números anteriores.
Os maiores jogadores que vestiram a amarelinha
Ao comparar gerações, Romário coloca Pelé em patamar inalcançável. Entre os demais, o ex-atacante lista Garrincha, Ronaldo, Zico e Ronaldinho Gaúcho como alguns dos grandes nomes que já defenderam a Seleção. Seus números na carreira incluem 540 jogos, 398 gols e 90 assistências, com 55 gols e 14 assistências em 71 jogos pela seleção.
Salvação da seleção
O ex-jogador comenta o papel de Carlo Ancelotti, destacando a experiência do treinador italiano como fator positivo para a equipe. Sobre Neymar, ele afirma que o camisa 10 do Santos é diferente e pode contribuir, ainda que haja dúvidas sobre a convocação.
Além de Neymar, Romário elogia Raphinha e Endrick, ao passo em que avalia que Vinícius Jr. não é, por si só, o diferencial decisivo. O entendimento é de que o Brasil só tende a vencer se prevalecer o coletivo.
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