- A Groupama Arena, em Budapeste, tem capacidade para 23 mil torcedores e 28 camarotes de luxo, sendo a casa do Ferencváros.
- Foi construída no local do antigo Estádio Albert Flórián, levou 14 meses e foi inaugurada em 2014.
- O estádio é pioneiro na Europa ao usar biometria de veias da palma da mão para entrada, aumentando a segurança e evitando fraudes.
- Entre os recursos de sustentabilidade estão captação de água da chuva para irrigação, aquecimento solar da água dos vestiários e gramado com aquecimento.
- A arena gera receita com os 28 skyboxes, recebe eventos corporativos e abriga o museu do clube, mantendo capacidade de 23.7 mil lugares para futebol e até 22 mil para shows.
A Groupama Arena, em Budapeste, é a casa oficial do Ferencváros e referência de modernização no futebol da Europa Central. Com capacidade para 23 mil torcedores e 28 camarotes, o estádio reúne tradição do clube com tecnologia de ponta. A obra elevou o padrão de infraestrutura na região.
Erguida no local do antigo Estádio Albert Flórián, a arena teve a orientação girada em 90 graus para otimizar o aproveitamento do terreno e a incidência de sol no gramado. A fachada usa uma malha metálica que muda de cor, em verde, reforçando a identidade do Ferencváros.
A construção ocorreu em 14 meses, segundo dados da Federação Húngara de Futebol. O projeto ganhou destaque pela velocidade e pela inovação introduzida no cenário esportivo local.
Segurança biométrica e estrutura
A Groupama Arena foi o primeiro estádio europeu a adotar um sistema de biometria de veias da palma da mão para acesso. A tecnologia evita fraudes em ingressos e impede a entrada de torcedores banidos, aumentando a segurança em dias de jogo.
Para comparação rápida com o antigo Albert Flórián, o novo estádio utiliza controle de acesso por biometria, enquanto o antigo dependia de catracas e bilhetes físicos. Além disso, a arena oferece 28 skyboxes de luxo e um salão VIP para 2.800 pessoas, superior ao manga anterior.
Sustentabilidade e uso econômico
O projeto prioriza sustentabilidade, com captação de água da chuva para irrigação do gramado e aquecimento solar para os vestiários. O gramado também recebe aquecimento subterrâneo para resistir aos invernos húngaros.
Quanto ao aproveitamento econômico, o design foca na hospitalidade corporativa. Os camarotes são alugados por empresas, gerando receita estável, e o estádio abriga eventos empresariais quando não há partidas. O museu do Ferencváros, integrado à arena, atrai visitantes diariamente.
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