- Romário afirmou ao Extra que o Brasil fica atrás de Argentina, Portugal, França, Espanha e Alemanha.
- Ele disse que não há um craque decisivo na equipe, destacando Raphinha e Vini Jr., mas que o jogo coletivo precisa funcionar.
- O ex-jogador elogiou a presença de Carlo Ancelotti na beira do campo, dizendo que isso impõe respeito e ajuda o grupo.
- Endrick recebeu apoio para ser o centroavante titular do ataque brasileiro.
- Romário também defendeu a convocação de Neymar, afirmando que o atacante impõe respeito mundialmente e é bem visto pelo grupo.
Romário, ex-atacante e campeão da Copa de 1994, afirmou ao jornal Extra que a seleção brasileira chega à Copa do Mundo de 2026 sem um protagonista claro e com poucas chances de título. Segundo ele, Argentina, Portugal, França, Espanha e Alemanha apresentam futebol superior ao do Brasil hoje.
O ex-jogador elogiou Raphinha e Vini Jr. mas destacou que o time depende do desempenho do coletivo para vencer. Romário citou que, no Real Madrid, Vini Jr. é protagonista; pela seleção, porém, ainda não é decisivo.
Romário também aprovou a presença de Carlo Ancelotti no comando técnico, dizendo que a experiência do treinador impõe respeito e ajuda a conduzir o elenco em momentos difíceis. Endrick recebeu a ninguém menos que confiança para ser centroavante titular.
Apoio a Neymar
Romário defendeu a convocação de Neymar, lembrando que o atacante do Santos impõe respeito no futebol mundial e tem apoio do grupo de jogadores. Ele ressaltou a importância da participação de Neymar, mesmo com momentos de atuação limitada.
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