- Documentário da Netflix sobre Ronaldinho Gaúcho mostra o lado humano e o forte vínculo com a família, incluindo a mãe, que morreu em 2021.
- O filme não esconde erros e polêmicas, como a história de passaportes falsos que o levaram, junto com o irmão Assis, à prisão no Paraguai, sem explicar a motivação.
- Também aborda a desistência de retornar ao Grêmio para ir ao Flamengo, destacando o carinho dele pela família e recebendo elogios de colegas.
- Depoimentos de Ronaldo, Carles Puyol, Juliano Belletti, Edmílson, Jô e Alexandre Kalil exaltam a genialidade dele no futebol.
- Assis é retratado como figura central nos bastidores, com acertos e erros que influenciaram a carreira, enquanto o documentário reforça a imagem mundial de Ronaldinho pela sua habilidade.
Ronaldinho Gaúcho ganha documentário na Netflix que foca no lado humano do jogador, especialmente na relação com a família. O filme relembra que a mãe, Dona Miguelina, faleceu em 2021, destacando o carinho dele pela família.
O documentário não evita as controvérsias da carreira, incluindo o caso de passaportes falsos envolvendo Ronaldinho e o irmão Assis. A produção levanta a pergunta sobre a motivação por trás de um passaporte paraguaio, sem oferecer explicação definitiva.
O filme também aborda a desistência de retornar ao Grêmio, revelador para a sua trajetória no futebol. Participações de Ronaldo, Puyol, Belletti, Edmílson, Jô e Alexandre Kalil ajudam a compor o retrato público do jogador.
A obra traz imagens de arquivo e depoimentos do próprio Ronaldinho, evidenciando a ascensão do craque entre 1999 e o auge de 2002. A narrativa percorre momentos marcantes da seleção brasileira, incluindo jogos de destaque.
Assis Gaúcho, apresentado como operador dos bastidores, é apontado pela produção como influência decisiva na gestão de carreira e na estratégia de marketing do irmão. Entre acertos e erros, o documentário propõe uma visão ampla do legado de Ronaldinho.
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