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Artilheiro ausente da Copa do Mundo ganha destaque

Neymar domina a expectativa de convocação, enquanto comparação com Romário em 2002 revela pressão institucional sobre as escolhas da seleção

SUCESSO Romário com a camisa 11 na Copa de 1994: em 2002 ficou de fora (John G. MABANGLO/AFP)
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  • A expectativa pela convocação de Neymar para a seleção brasileira ganhou força com o anúncio marcado para as 17h, transmitido pelo site de VEJA e pelo VEJA+TV.
  • O texto relembra 2002, quando o técnico Luiz Felipe Scolari não chamou Romário, optou por Luizão e o Brasil venceu o torneio no Japão e na Coreia do Sul.
  • Naquele período, Romário estava em boa forma (36 anos) e havia marcado 40 gols em 39 jogos em 2001; Felipão disse ter recebido pressão da presidência da CBF para a escolha dos jogadores.
  • O artigo destaca que Neymar, que não joga pela seleção desde 2023, tem gerado mais expectativa, embora o momento atual do futebol brasileiro seja de rendimento aquém de outras épocas.
  • O texto aponta o questionamento central: Neymar pode ou não estar entre os convocados, diante do desempenho recente das estrelas nacionais.

O Brasil se prepara para a divulgação da lista de convocados nesta segunda-feira, com anúncio previsto para as 17h. A transmissão acontece pelo site de VEJA e pelo canal VEJA+TV. O foco é a possível presença de Neymar, ausente da seleção desde 2023.

A expectativa ganhou espaço mesmo sem um clamor público evidente. Casimiro já pediu pela presença do atacante, mas a decisão envolve a avaliação técnica sobre o encaixe dele no grupo e no esquema da equipe.

Dados atuais apontam a pressão pela convocação diante do baixo rendimento recente das estrelas brasileiras. Neymar, titular histórico, não veste a camisa canarinha há mais de dois anos, o que alimenta a análise sobre seu retorno ou não.

Em 2002, antes da Copa do Mundo, o técnico Luiz Felipe Scolari decidiu pela ausência de Romário, recém em boa fase no Vasco, optando por Luizão, do Corinthians. A escolha resultou no título mundial do Brasil no Japão e Coreia do Sul.

Felipão explicou, na época, que a decisão levou em conta o encaixe das características do jogador em relação ao time e ao momento da seleção. O presidente da CBF, na época, afirmou ter pressionado por uma avaliação cuidadosa.

Romário chegava ao Mundial com rendimento superior ao de Neymar na ocasião, o que pesou na escolha. O atacante do Vasco havia marcado 40 gols em 39 jogos na temporada anterior, consolidando-se como referência ofensiva.

O contexto atual envolve também a forma física e técnica do elenco que se prepara para a Copa. A análise interna busca equilíbrio entre experiência e renovação, sem antecipar resultados ou conclusões.

O anúncio desta segunda-feira deve esclarecer se Neymar compõe o grupo. A decisão será comunicada pela organização da seleção, com cobertura de veículos e plataformas parceiras. A página de VEJA continuará acompanhando o desfecho.

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