- A convocação da seleção para a Copa do Mundo, nos Estados Unidos, durou cerca de uma hora e foi descrita como um evento teatral e sem emoção.
- A cerimônia contou com patrocinadores em pauta, executivos no palco e uma plateia majoritariamente branca, conforme relatos da reportagem.
- Houve 14 jornalistas estrangeiros presentes, o que gerou controvérsia entre espectadores.
- Carlo Ancelotti, na leitura da lista, afirmou que não existe lista perfeita e leu os nomes dos convocados.
- A matéria conclui que o tom da convocação ficou abaixo do esperado e afirma que a Copa começou para a seleção.
O Brasil realizou nesta semana a convocação da seleção para a Copa do Mundo nos Estados Unidos, em cerimônia que durou cerca de uma hora. O evento, que deveria celebrar o momento, teve estrutura marcada por apresentações de patrocinadores e discursos de executivos. A plateia presente era majoritariamente branca e o tom geral foi visto por alguns como distante da celebração esperada.
Durante a sessão, houve interrupções de patrocinadores entre os momentos de apresentação, seguidos por falas de preparação para o torneio. Um vídeo dedicado à seleção feminina se destacou, sendo o único momento em que houve reação expressiva da audiência. Segundo relatos, a cerimônia contava com a presença de cerca de 14 jornalistas estrangeiros.
Ao chegar o momento de anunciar a lista, Carlo Ancelotti subiu ao palco e leu os nomes. A leitura foi recebida com reações mistas pela plateia, que acompanhava com atenção. Ancelotti mencionou ter recebido diversos conselhos para a convocação. O ato encerrou com a leitura dos nomes, marcando o início oficial da preparação para a Copa do Mundo.
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