- César Sampaio, coordenador técnico do Santos, defende-se das críticas sobre a substituição de Neymar na derrota por três a zero para o Coritiba.
- Na súmula, Neymar foi apontado como responsável pela troca, que ocorreu enquanto ele recebia atendimento na panturrilha.
- Sampaio disse que havia dúvida entre Neymar e Escobar sobre quem sairia e que Robinho Jr. entrou no lugar de Neymar, diante da dúvida.
- O quarto árbitro foi consultado para corrigir a troca, mas a correção foi negada pelo árbitro principal.
- O coordenador afirmou que, segundo ele, houve falha de comunicação ou entendimento e que, conforme as regras, a substituição ocorreu dentro da legalidade, atribuindo a responsabilidade à arbitragem.
O Santos teve derrota por 3 a 0 para o Coritiba no Campeonato Brasileiro, no último domingo (17). O episódio envolve a substituição de Neymar, que ficou marcado pela confusão na ficha de alteração. O coordenador técnico César Sampaio sustenta que houve dúvida entre Neymar e Escobar, ambos com dores musculares.
Durante a troca, a equipe pediu a saída de Neymar, mas a ficha apontou a saída de Escobar. Sampaio afirma ter alertado o quarto árbitro, que consultou o árbitro principal sobre a necessidade de corrigir a substituição; o pleito foi negado pela arbitragem.
Na visão de Sampaio, o protocolo de substituição existe para validar a entrada e saída de atletas. Ele disse que, ao perceber o equívoco, notificou o comissário e explicou que o jogador correto a deixar era o camisa 31, enquanto o número 7 entraria em campo, conforme o plano inicial.
Contorno do episódio envolvendo Neymar
O episódio ganhou contornos após Neymar receber atendimento na panturrilha e retornar ao campo sem perceber a substituição anunciada pela placa. A documentação registrada pela comissão técnica indicava a saída de Escobar, o que acirrou o descontentamento do atacante com a arbitragem.
Neymar mostrou o papel às câmeras para contestar a decisão, mas a arbitragem manteve a substituição. A cena elevou a tensão no jogo, que já era desfavorável ao Santos pela derrota. César Sampaio reconhece que houve falha de comunicação, mas aponta responsabilidade da arbitragem dentro das regras vigentes.
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