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Craques convocados para a Copa já entraram na Justiça

Craques convocados para a Copa já entram na Justiça, com ações sobre honra, contratos e direitos trabalhistas envolvendo nomes da seleção

Jogadores que estrelaram na Seleção Brasileira também estiveram envolvidos em disputas judiciais.
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  • Craques convocados para a Copa já entram em campo na Justiça, com casos envolvendo honra, contratos e direitos trabalhistas.
  • Romário acionou Dunga por injúria e difamação, houve disputa na Justiça e penhoras envolvendo imóveis e valores; o processo tramita na Brasília.
  • Márcio Santos teve recurso negado no Tribunal Superior do Trabalho em disputa trabalhista contra o Santos Futebol Clube sobre FGTS e rescisão indireta.
  • Diego Tardelli teve decisão do Tribunal Superior do Trabalho reconhecendo direito de receber diferenças de direito de arena pelo período em que atuou no São Paulo, incluindo competições internacionais.
  • Denílson Custódio obteve decisão da Justiça do Rio de Janeiro para que o plano de saúde forneça home care após AVC, com custeio integral em até 24 horas.

O anúncio da lista de convocados para defender a Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 reacende o clima do futebol no país. Além das escolhas de Carlo Ancelotti, há um capítulo à parte envolvendo disputas judiciais envolvendo ex-jogadores da Amarelinha.

Entre os casos, romãngico e Dunga travaram batalha judicial desde 2015, com críticas públicas, ações por danos morais e questões de honra. As tramitações envolvem penalidades, penhoras de bens e desdobramentos no STJ. O processo ainda não está encerrado.

Ainda no universo das antigas gerações, Márcio Santos teve recurso negado ao tentar reabrir disputa trabalhista contra o Santos FC, com base na lei Pelé. O TST definiu que não houve rescisão indireta do contrato, mantendo a decisão anterior.

Na esfera recente, Richarlison teve ação de empresário extinta por inadequação da petição inicial, sem análise de mérito. O juiz entendeu que os detalhes não estavam devidamente indicados para fundamentar a cobrança milionária.

Diego Tardelli conseguiu no TST o reconhecimento de diferenças de direito de arena pelo período em que atuou pelo São Paulo entre 2002 e 2008. O tribunal manteve o percentual mínimo previsto pela lei Pelé, mesmo diante de acordos firmados pelo Clube dos Treze.

Alexandre Frota acionou Frota não conseguiu reverter condenação por danos morais a Nino, zagueiro convocado em 2023. O TJ/SP manteve a decisão, argumentando que a fala extrapolou a liberdade de expressão ao sugerir vantagem indevida na convocação.

No Rio de Janeiro, Denílson Custódio, ex-jogador do Fluminense, ganhou direito a home care custeado pelo plano de saúde. A justiça determinou que o atendimento domiciliar fosse fornecido integralmente em até 24 horas, com multa diária em caso de descumprimento.

Outro caso envolve Elias, jogador da Seleção em 2010, condenado a indenizar um site por veicular notícia fictícia. A decisão reconheceu que humor não autoriza narrativa com aparência de fato real que atinge a honra do atleta.

A soma desses desdobramentos mostra como, mesmo com a visibilidade da área esportiva, questões de honra, contratos e direitos trabalhistas ocupam espaço relevante fora dos campos. As disputas seguem em diferentes instâncias.

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