- Neymar abriu mão de aproximadamente € 62 milhões ao rescindir com o Al-Hilal, para retornar ao Santos em janeiro de 2025.
- A Liga Saudita mediou as tratativas e o jogador concordou em reduzir e parcelar o saldo devido para ficar livre.
- Menos de cinco meses após a decisão, ele foi convocado para a Copa do Mundo.
- O Santos ajustou acordos com patrocinadores e fortaleceu a parceria com a Umbro para ampliar o suporte financeiro e a visibilidade.
- A aposta é tratada como reposicionamento estratégico, com foco em credibilidade e desempenho consistente visando a seleção brasileira.
Neymar abriu mão de aproximadamente €62 milhões ao rescindir com o Al-Hilal para retornar ao Santos, em janeiro de 2025. A negociação foi mediada pela Liga Saudita, que aceitou reduzir e parcelar o saldo devido para liberar o atleta.
A decisão é apresentada como reposicionamento estratégico, não sentimental. A prioridade é recuperar o ritmo de jogo e a credibilidade física para futuras convocações, segundo análises do entorno.
No Al-Hilal, o atleta ficou um ano fora de ritmo por lesões e pela preferência do técnico por outros jogadores. Sem minutos constantes, Neymar ficou afastado das convocações involuntariamente.
Retorno ao Santos como estratégia de reposicionamento
O Santos buscou manter patrocinadores e ampliar a parceria com a Umbro para capitalizar a presença de Neymar. O clube, por sua vez, visava ampliar a visibilidade e o suporte financeiro nos primeiros meses de retorno.
No Campeonato Paulista, Neymar disputou sete partidas, marcou três gols, deu três assistências e somou 510 minutos em campo. Nas 17 partidas seguintes, registrou 11 gols e quatro assistências.
Ancelotti acompanhava a evolução de Neymar para avaliar o nível de condição física; o retorno da convocação passou a depender da consistência de minutos em campo e do desempenho apresentado.
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