- Carlo Ancelotti convocou 26 jogadores para a Copa do Mundo de 2026, no grupo que atuará nos Estados Unidos; Neymar, atual camisa 10 do Santos, integra a lista.
- A presença de Neymar era incerta desde a saída do País após a lesão de 2023; ele volta ao elenco brasileiro pela primeira vez sob o comando de Ancelotti, e disputará a competição após retornar ao futebol brasileiro.
- Neymar faz parte de um grupo histórico de jogadores que disputaram quatro Copas pela seleção brasileira, ao lado de Pelé, Nilton Santos, Garrincha, Cafu e Ronaldo Fenômeno.
- A convocação é pensada para um Brasil menos dependente do atacante, com Vinicius Jr. e Endrick ganhando protagonismo e um meio-campo mais maduro, enquanto Neymar atua como maestro em momentos-chave.
- O Brasil estreia no grupo C contra Marrocos, com o Brasil levando consigo a pressão histórica da camisa 10, cuja importância é destacada pelo técnico durante a coletiva.
Carlo Ancelotti anunciou nesta terça-feira a convocação da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2026. Neymar, atual camisa 10 do Santos, figura entre os 26 jogadores escolhidos. A cerimônia aconteceu no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, com o técnico reforçando a ideia de combinar talento e resiliência.
A decisão surpreendeu parte do público, dada a ausência de Neymar nas convocações anteriores desde que assumiu o comando da amarelinha em 2025. O atleta retorna após longos afastamentos, buscando melhorar a forma física e manter o nível de competição desejado pelos rivais. O anúncio marca a quarta Copa do Mundo do camisa 10.
Neymar vai compor o elenco com jovens como Vinicius Jr. e Endrick, além de meio-campo experiente. A seleção brasileira integra o Grupo C, ao lado de Marrocos, Haiti e Escócia, com a estreia marcada para 13 de junho nos Estados Unidos. O país busca o hexacampeonato.
Contexto histórico e expectativa
Ao lado de nomes que já recebem o status de ícones do futebol, Neymar soma quatro Copas disputadas. A convocação é vista como oportunidade de consolidar marcas históricas no torneio — e de dividir o peso da responsabilidade com o conjunto.
Perspectivas para a campanha
O Brasil chega com outra leitura tática, valorizando o protagonismo de jovens e uma linha central madura. A presença de Neymar não elimina a necessidade de desempenho coletivo, especialmente nos jogos de grupo e na fase de mata-muta.
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