- Se Neymar for convocado por Carlo Ancelotti, ele não deverá chegar como protagonista, aponta Eudes Junior no De Primeira/Canal UOL.
- O comentarista afirma que Ancelotti conduziu a situação para que Neymar, mesmo na lista, não seja dono da seleção.
- PVC concorda que não há indícios decisivos sobre a presença de Neymar e aponta cenário 50-50.
- Rodrigo Mattos diz que o treinador parece dar pistas de dois lados sobre o tema e que o monitoramento de Neymar é comum para jogadores com potencial de convocação.
- A notícia ressalta que, se Neymar for convocado, pela primeira vez não liderará a história da Copa.
Se Neymar puder ser convocado por Carlo Ancelotti, o atacante não seria mais o protagonista da seleção brasileira pela primeira vez, avalia Eudes Jr no De Primeira, do Canal UOL. A leitura é de que o técnico italiano conduziu a situação para que Neymar não ocupe o papel central.
Segundo o comentarista, Ancelotti manteve sigilo sobre a lista de 26 jogadores para o Mundial, o que ajuda a proteger o clima de novela em torno da possível convocação de Neymar. A leitura é de que o protagonismo fica com o treinador.
Paulo Vinícius Coelho, a partir do Rio, também percebeu ausência de evidências definitivas. Para PVC, a decisão está 50% aberta, sem indicação clara sobre Neymar. A ausência de sinais não confirma, nem descarta, a convocação.
Rodrigo Mattos, de o Rio, sugeriu que o treinador costuma monitorar possibilidades de vários jogadores. Ele citou que a CBF solicitou exames de Neymar após a derrota do Santos no Brasileirão, mas isso não representa indicativo definitivo.
Análise dos comentaristas
O grupo indica que a decisão depende do próprio Ancelotti, com o foco no planejamento do Mundial. A direção da CBF está acompanhando de perto e não houve confirmação oficial até o momento.
As informações são de entrevistas com Eudes Jr, PVC e Rodrigo Mattos, publicadas no De Primeira, do Canal UOL. Os comentaristas destacam a influência do treinador e o caráter incerto da convocação.
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