- Na noite de 18 de maio, centenas de torcedores do Santos protestaram em frente à Vila Belmiro durante a votação do novo estatuto social.
- Os manifestantes criticaram Celso Pires, presidente da comissão do estatuto, Eduardo Filetti e o presidente do clube, Marcelo Teixeira, com faixas, bandeiras e caixões de papelão.
- Os cânticos incluíram pedidos por voto direto e críticas ao Conselho, amplamente observados durante o ato nas ruas.
- Enquanto isso, a votação ocorria no primeiro andar do estádio, com conselheiros conduzindo o processo.
- A votação segue nos dias 21 e 22; se aprovada pelo Conselho, Fernando Akaoui terá 30 dias para marcar a Assembleia Geral para os sócios decidirem.
Na noite desta segunda-feira (18), a votação para aprovação do novo estatuto social do Santos começou sob protestos na Vila Belmiro. Centenas de torcedores ocuparam a porta do estádio para cobrar os conselheiros.
Com bandeiras, faixas e caixões de papelão, a torcida manifestou oposição às mudanças propostas no estatuto. Os alvos principais foram Celso Pires, presidente da comissão do estatuto; Eduardo Filetti, conselheiro envolvido em polêmica recente com a torcida; e o presidente Marcelo Teixeira.
Entre os cânticos, destaca-se o clamor por voto direto aos torcedores e diretas no Conselho, além de críticas ao atual modelo de governança do clube. A manifestação ocorreu enquanto conselheiros faziam a votação no interior do estádio.
Progresso da votação
A votação segue nos dias 21 e 22, conforme programação interna. Caso o estatuto seja aprovado pelo Conselho Deliberativo, o presidente do Conselho Deliberativo, Fernando Akaoui, terá 30 dias para convocar a Assembleia Geral que decidirá o tema entre os sócios.
No momento, não houve registro de confrontos entre torcedores e membros da administração. Um senador de segurança acompanhou o fluxo de pessoas durante o processo de votação, que transcorre em ambiente controlado.
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