- GDA Luma está perto de fechar acordo para comprar os 90% restantes do futebol do Botafogo, enquanto o clube enfrenta dívidas e recuperação judicial.
- O social do Botafogo, hoje, controla o futebol porque a Eagle/Ares teve os direitos políticos cassados pela Justiça do Rio de Janeiro.
- O ex-controlador John Textor teria oferecido 95 milhões (R$ 480 milhões) para retornar ao futebol, com financiamento e possível acordo Ares-Lyon; a proposta fica abaixo da apresentada pela GDA.
- O social do Botafogo também recebe duas outras propostas: um fundo de investimentos do Texas e uma rede multiclubes.
- A GDA atua negociando ativos com dificuldades financeiras para reestruturação; em fevereiro Textor conseguiu um empréstimo de 25 milhões de dólares da GDA, ajudando o clube a sair do transfer ban.
Maior interessada na SAF do Botafogo, a GDA Luma retomou os contatos com o social do clube para aquisição dos 90% restantes do futebol, mergulhado em dívidas e em recuperação judicial. O acordo com o Mais Tradicional é visto como iminente, mas o fundo enfrenta concorrência. A informação é do Canal do Manel, publicada nesta terça-feira.
O social do Botafogo, com 10% da fatia, controla o futebol neste momento, pois a Eagle/Ares – responsável pela maior participação – teve seus direitos políticos cassados pela Justiça do Rio de Janeiro. O ex-controlador John Textor, afastado por decisão judicial, também manifestou interesse em retornar ao clube.
Textor teria oferecido 95 milhões de dólares, financiados, para reverter a situação, com indicações de possível acordo entre Ares e Lyon e a criação de um fundo de contingência. A proposta é considerada inferior à apresentada pela GDA Luma, segundo o veículo.
Além da GDA, o social do Botafogo avalia outras duas ofertas em aberto. Um fundo de investimentos do Texas teria feito uma proposta considerada fortíssima, e há ainda interesse de uma rede multiclubes, com impacto ainda incerto nos desdobramentos.
Cenários e concorrentes
A gestão atual analisa os cenários com cautela, pesando impacto financeiro e a recuperação do clube. A disputa envolve ativos do futebol de alta complexidade, com projeções de reestruturação e consequentes efeitos na gestão da SAF.
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