- Goleiro Léo Nannetti, 18 anos, do Flamengo, foi reintegrado à preparação da Seleção Brasileira e viajará aos EUA com o elenco para a Copa.
- Ele ficará treinando com a equipe na preparação e permanecerá até o último jogo do torneio.
- A convocação ocorre dentro de uma “metodologia de treinamento” para trabalhar com quatro goleiros; já estão confirmados Alisson, Ederson e Weverton por Ancelotti.
- Taffarel, técnico de goleiros da seleção desde 2024, vê o jovem como promessa com boa avaliação no processo.
- O caso remete ao ciclo de Hugo Souza, que em 2019 passou por experiência similar ainda jovem e depois integrou compromissos da Seleção.
A comissão técnica da seleção brasileira reintegrou o goleiro Léo Nannetti, de 18 anos, ao planejamento da seleção para a Copa do Mundo. O jovem, que atua pelo Flamengo no sub-20, viajará com o elenco aos Estados Unidos e ficará até o fim da participação brasileira no torneio. A confirmação veio com a escolha de Nannetti para os treinamentos, como parte de uma metodologia que envolve quatro arqueiros.
O comando técnico ressalta a avaliação positiva do atleta, que já recebe acompanhamento de Taffarel, preparador de goleiros da seleção desde 2024. A escolha diante do cenário de preparação busca ampliar o acervo técnico do grupo para o Mundial, mantendo a disputa por vagas entre os goleiros.
Segundo a CBF, a convocação integra um formato de treinamento que exige quatro goleiros no ciclo de preparação. O trio principal para a competição permanece com Alisson, Ederson e Weverton, conforme a lista tradicional para Copas.
Aos simpatizantes, a notícia é vista como oportunidade de desenvolvimento para o jovem, que destacou a honra de retornar à Amarelinha e a chance de evoluir ao lado de referências do futebol brasileiro. Ao retornar ao Flamengo, a expectativa é contribuir com o clube a partir da experiência adquirida na seleção.
O caso de Nannetti guarda semelhança com o de Hugo Souza, que em 2019 também integrou a seleção brasileira ainda jovem e, posteriormente, disputou compromissos pela equipe principal. A história recente indica que o caminho na base pode abrir portas para o ciclo de Copas futuras.
Entre na conversa da comunidade