- Boca Juniors e Cruzeiro ficaram no empate em 1 a 1, com críticas à arbitragem de Jesús Valenzuela.
- O gol do Cruzeiro aos oito minutos do segundo tempo foi confirmado após conferência no VAR, em jogada bem pela esquerda de Kaiki com conclusão de Fagner.
- Aos 44 minutos, Merentiel teve o gol anulado por toque no braço de Delgado, após revisão no monitor.
- No último lance, a mão de Lucas Romero em cruzamento não foi marcada como pênalti e a partida foi encerrada após checagem do VAR.
- Gerson foi expulso aos 22 minutos após revisão no monitor; a imprensa argentina (Olé e Clarín) repercutiu as controvérsias envolvendo a atuação do VAR e da arbitragem.
O Boca Juniors recebeu o Cruzeiro em um empate por 1 a 1, neste jogo válido pela Libertadores. A atuação da arbitragem de Jesús Valenzuela, com suporte do VAR, gerou questionamentos na imprensa argentina e entre os jogadores. A partida ocorreu no estádio do Boca, em Buenos Aires.
No primeiro tempo do segundo tempo, o Cruzeiro abriu o placar com Fagner após cruzamento de Kaiki. O árbitro Valenzuela consultou o monitor após a jogada e confirmou o gol, apontando toque na mão direita de Kaiki na origem da assistência. A revisão foi realizada com o auxílio do VAR, comandado por Ángel Arteaga.
Aos 44 minutos, o Boca igualou em chute de Merentiel que ocorreu após rebote de um desvio. O árbitro voltou ao monitor para anular o lance, sob a acusação de toque no braço de Delgado em disputa com Jonathan Jesus. A decisão gerou críticas, já que a ferramenta de revisão foi acionada durante o lance.
Aos 55 minutos, outra decisão contestada envolveu toque de mão de Lucas Romero, que desviou um cruzamento na área após cobrança de escanteio. O árbitro encerrou a partida, ao interpretar o lance como involuntário, sem intervenção do VAR. Em campo, Gerson foi expulsamente aos 22 minutos, após revisão no monitor mostrar entrada dura em Paredes.
Repercussão midiática e leituras independentes apontaram que a atuação da arbitragem suscitou dúvidas sobre a clareza das imagens usadas pelo VAR. O portal Olé destacou que a vitória do Boca teria sido comprometida por decisões que dependeram de revisões controversas. Em outra linha, o Clarín questionou o possível pênalti não marcado no lance final.
A escolha de Valenzuela para este confronto, diante de um primeiro encontro entre as equipes pelo Mineirão, gerou expectativa negativa na imprensa argentina. A atuação do juiz venezuelano já tinha sido alvo de críticas em jogos anteriores envolvendo o Boca e o Fortaleza, em 2024, ampliando o escrutínio sobre as decisões na competição continental.
Entre na conversa da comunidade