- Boca Juniors e Cruzeiro empataram em 1 a 1, em La Bombonera, pela Libertadores, após o árbitro Jesús Valenzuela não marcar pênalti e anular o segundo gol do Boca.
- Atordoado pela decisão, Boca reclamou de uma mão de Lucas Romero no final da partida, apesar de o árbitro não consultar o monitor nem marcar a infração.
- A penalidade não marcada foi o ponto central das críticas, com a imprensa argentina destacando o uso duplo do VAR e a não revisão de lances no fim do jogo.
- O Diário Olé apontou que o Boca foi prejudicado pela arbitragem, citando critérios diferentes na análise de mãos pelo VAR.
- Com o resultado, o Boca segue em segundo no Grupo D, com sete pontos, e pode perder a posição caso Universidad Católica-CHI vença na rodada; o próximo jogo é contra a mesma Universidad Católica em La Bombonera.
O Boca Juniors empatou em 1 a 1 com o Cruzeiro na Bombonera, pela Libertadores. O árbitro venezuelano Jesús Valenzuela anulou o segundo gol do time argentino e não atendeu aos protestos por pênalti no último lance.
Aos 56 minutos do segundo tempo, Lucas Romero derrubou a bola com o braço durante cruzamento celeste e afastou-a. Mesmo com apelos do Boca, o VAR não foi acionado e o jogo terminou.
A imprensa argentina repercutiu o que consideram tratamento desfavorável à equipe da casa. TyC Sports mencionou um toque sutil de Delgado no gol anulado de Merentiel, mas destacou o lance final como foco principal.
O Diário Olé apontou uso duplo do VAR, comparando situações de mãos analisadas no fim da partida. Segundo os veículos, Valenzuela não revisou o lance decisivo para o Boca.
Desdobramentos no grupo
Com o resultado, o Boca fica em segundo no Grupo D, com sete pontos. A Universidad Católica pode ultrapassar se vencer a rodada final.
O próximo jogo do Boca será contra a Universidad Católica, em La Bombonera, pela última rodada da fase de grupos, com necessidade de vitória para avançar.
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