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Lesões na Copa 2026: tecnologia acelera volta de craques

Lesões na Copa do Mundo de 2026 aumentam a dependência de tecnologia de recuperação, como fotobiomodulação, para acelerar o retorno dos craques e reduzir inflamação

Revista Malu
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  • A poucos dias da Copa do Mundo FIFA de 2026, há uma onda de lesões entre grandes seleções que preocupa departamentos médicos, clubes e comissões técnicas.
  • As lesões mais comuns envolvem músculos da coxa, ligamentos do joelho e tendões, com impactos em jogadores como Rodrygo, Éder Militão, Serge Gnabry, Cristian Romero, Xavi Simons e Hugo Ekitiké.
  • Memphis Depay, do Corinthians e da seleção holandesa, usa ledterapia como tratamento adicional e está ausente há dois meses.
  • A fotobiomodulação (laser e LED terapêutico) surge como aliada para recuperação muscular e articular, redução de inflamação e melhoria da circulação local.
  • Um estudo revela que a maioria das lesões ocorre em membros inferiores, destacando coxa, joelho e tornozelo, com maior incidência em fases de alta intensidade e na reta final de temporadas.

A poucos dias da Copa do Mundo FIFA de 2026, lesões atingem jogadores de grandes seleções e preocupam técnicos, clubes e departamentos médicos. Estiramentos, rupturas ligamentares, lesões no tendão de Aquiles e no joelho dominam o noticiário esportivo global, tirando nomes de peso do torneio. O risco é alto na fase final de preparação.

A pauta inclui atletas que atuam em ligas europeias e na seleção nacional, com impactos no planejamento técnico e financeiro dos times. Entre os nomes mais comentados estão Rodrygo, Éder Militão, Estêvão, Serge Gnabry, Cristian Romero, Xavi Simons e Hugo Ekitiké. Memphis Depay é exemplo de jogador que já utiliza tratamentos complementares para acelerar a recuperação.

Casos de lesão na Copa 2026

Especialistas apontam que as lesões costumam envolver músculos posteriores da coxa, ligamentos do joelho e tendões. Estruturas muito exigidas por calendários cheios e pouco tempo de recuperação elevam o risco. Atletas que atuam em seleções nacionais sofrem com esse cenário de contusões recorrentes.

Memphis Depay, jogador do Corinthians e da seleção holandesa, já utiliza a ledterapia como tratamento adjuvante. O atleta está afastado há dois meses, em processo de recuperação. A prática é citada como parte de um conjunto de recursos para reduzir inflamação e acelerar a recuperação.

Tecnologia na recuperação

A fotobiomodulação, com laser e LEDs terapêuticos, é destacada como aliada na recuperação muscular e articular de atletas profissionais. O tratamento busca reduzir inflamação, estimular regeneração celular e melhorar a circulação local, acelerando a recuperação tecidual.

Especialista consultado pela reportagem afirma que a técnica também pode atuar na prevenção de lesões, principalmente em casos musculares que lideram as ocorrências no futebol profissional. A combinação de monitoramento físico e recursos tecnológicos pode influenciar o retorno aos gramados.

Estudo e contexto

Levantamento recente em revisão científica sobre futebol aponta que a maioria das lesões ocorre nos membros inferiores, principalmente coxa, joelho e tornozelo. Estiramentos e entorses são os problemas mais frequentes, com aumento de incidência em fases de alta intensidade.

A preparação para a Copa pode, inclusive, elevar o risco de lesões por sobrecarga e fadiga. Especialistas destacam a necessidade de equilibrar treino, recuperação e calendário para manter o desempenho até o Mundial. Dr. Álvaro Pereira, angiologista com formação na FMUSP, é citado como referência na discussão.

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